quarta-feira, 20 de julho de 2016

Francisco Iwerten, A Biografia de uma Lenda! (sobre o press release)









Na década de 1940 um quadrinista curitibano criou um dos primeiros super-heróis brasileiros, o Capitão Gralha. Dono de uma ampla galeria de histórias e vilões o herói foi resgatado na década de 1990 por jovens artistas que, em sua homenagem, criaram o personagem O Gralha. Assim nasceu a Lenda de Francisco Iwerten, um autor que, na verdade nunca existiu.

Nos anos que se seguiram à publicação da revista Metal Pesado Especial (1997), onde o autor fictício e sua criação foram mencionados pela primeira vez,  Iwerten ganhou o título de Mestre do Quadrinho Nacional, tornou-se famoso e quase foi homenageado por uma escola de samba. Toda essa trajetória é contada em detalhes no livro Francisco Iwerten – biografia de uma lenda, de Gian Danton e Antonio Eder, editora Quadrinhópole. 

O livro é do tipo vira-vira (também chamado Flip-Flap), com dois lados que se completam. Na primeira parte, é contada a biografia fictícia de Iwerten como se ele de fato tivesse existido, sua vida, seus anseios, as inspirações para o Capitão Gralha e as dificuldades com a concorrência dos quadrinhos americanos e a perseguição local contra seu personagem. Detalhes sobre a vida de Iwerten, sua família, notas biográficas, fotos de época e artes raras do autor retiradas de alguns de seus diversos diários. Tudo cautelosamente engendrado para dimensionar o personagem Francisco Iwerten. De fato um exercício criativo coordenado por Antonio Eder e Gian Danton que resulta numa obra de ficção com o charme incomparável do "e se...".

No outro lado, é contada a história “real”, com o contexto da criação de Iwerten e as consequências da história fake, que, de uma brincadeira para dar verossimilhança ao personagem Gralha, escapou do controle de seus autores e se tornou muito maior do que cada um poderia esperar. A lenda Iwerten cresceu tanto que se chegou a dizer que ele foi um dos criadores do Batman.  


Um dos destaques do livro são as capas criadas por JJ Marreiro. No lado “A história do Capitão Gralha”, Iwerten aparece em sua prancheta, ilustrando o capitão e tendo seus quadrinhos ao fundo. No outro lado, em que se conta a história por trás da lenda, Iwerten aparece dentro dos próprios quadrinhos, sendo desenhado por uma mão em estilo realista. As capas representam os dois aspectos abordados na obra: Iwerten como autor e Iwerten como personagem. 


O livro traz ainda o processo de criação visual de Iwerten, feita por JJ Marreiro e Fernando Lima a partir de manipulação digital de fotos antigas.
Gian Danton e Antonio Eder fizeram parte do grupo de autores que criou o Gralha e elaborou a lenda de Iwerten e do Capitão Gralha. O livro integra a pesquisa doutorado em Arte e Cultura Visual de Gian Danton realizada na FAV-UFG, sob orientador do professor Dr. Edgar Franco. 

O livro Francisco Iwerten – biografia de uma lenda  pode ser adquirido pelo e-mail: profivancarlo@gmail.com.

SERVIÇO
Formato: 12 x 18 cm
80 páginas
Lançamento Julho/ 2016
Editora Independente
Link para compra online: GIBISTORE 
Contato: Através do e-mail profivancarlo@gmail.com


http://www.gibistore.com/loja/francisco-iwerten

quinta-feira, 7 de julho de 2016

Criação de personagens (por JJ Marreiro) — Parte I











Introdução:

O elemento condutor principal de uma história, que vai atrair o leitor e conduzi-lo através da jornada narrativa, aquele com quem as situações acontecem…este é o personagem.

Cada personagem numa história precisa ter uma função, um motivo de estar ali… mesmo os figurantes. Obviamente os figurantes não precisam ser compreendidos tão profundamente quanto os protagonistas, ainda assim devem ser pensados como elementos constituintes do ambiente, alinhados ao tom da história.

Enquanto os figurantes devem ser basicamente sintonizados com o cenário e época, os protagonistas devem ir bem além disto, afinal são esses personagens que servirão de convite para apresentar todo um universo criativo aos leitores. É preciso então que os leitores percebam os protagonistas como elementos interessantes e se importem com eles.










Aspectos Físicos:

Aparência não é tudo, mas ajuda a vender um produto. O que faz você escolher um salgadinho em detrimento de outro? Imagine, numa lanchonete, dois salgadinhos: Um deles robusto, douradinho, de formato regular, sequinho na medida certa; e outro mirado, amassado, meio cinza, pingando óleo. Essa é a mesma relação de atração ou repúdio que pode ser manifestada na imagem de um personagem: Um desenho bem cuidado, figurino, adereços e postura passam as primeiras informações sobre um personagem. É o personagem e sua apresentação que servirão de cartão de visitas para sua história.




Elementos para a elaboração do visual do personagem:

Adequação ao ambiente da história, Estilo de desenho, Compleição física, Figurino e Adereços. Para cada desses itens você pode realizar uma pesquisa de imagens, reunindo referencias para desenhar adequadamente cada item.











Personagens criados para animação ou quadrinhos possuem visual mais prático, pelo simples fato de que serão desenhados muitas vezes. Assim, fitas soltas no uniforme, múltiplos cintos, ferramentas, adereços, correntes, rebites, fivelas e itens que exigem detalhamento e paciência são menos comuns nestes personagens. Ao contrário por exemplo dos games, onde os frames serão reproduzidos digitalmente e o criador só precisou gerar esses itens uma vez no modelo digital. Em parte isso explica porque os filmes modificam os uniformes simplificados dos super-heróis.












No design de personagens para empresas, os famosos mascotes, a simplificação também é uma ferramenta importante pois, através dela se reduz a quantidade de mensagens que o consumidor precisará para perceber a imagem do mascote e do produto. É importante pensar, neste caso, o mascote como extensão da empresa que representa, trazendo consigo seus valores e suas características.









Relação entre Aparência e  Personalidade:

Personagens bem parecidos e bonitões normalmente representam a ordem, a justiça, o bem, enquanto, os feios, magricelas de nariz adunco, olhos oblíquos são mais associados ao mal. Existem formas e conceitos básicos que possuem o mesmo significado para um grande número de pessoas por estarem presentes no chamado inconsciente coletivo, esses conceitos básicos recebem a denominação de arquétipos. (Para mais informações sobre isto pesquise Carl Gustav Jung, arquétipos e inconsciente coletivo).


A vantagem de usar uma associação direta entre imagem e significado é que você transmite valores, ideias e conteúdo por meio do desenho do personagem. Há um ganho de tempo neste caso onde não é necessário tecer muitas considerações para explicar que o cavaleiro de armadura reluzente é um guerreiro do bem, ou que o garoto pequeno de óculos fundo de garrafa é um geniozinho nerd. Neste caso os arquétipos possuem uma leitura direta e é um dos momentos em que o clichê ajuda no processo narrativo.












Por outro lado, ao subverter os arquétipos mostrando, por exemplo, um mago de barbas longas e óculos como um imbecil inepto, você trará o elemento surpresa para a constituição do personagem. Esta é uma boa vantagem para este recurso, infelizmente demandará mais tempo em termos de quadros e páginas para você fazer o leitor perceber que as aparências enganam.





Referências:

Com o uso das novas tecnologias ficou bem mais fácil encontrar imagens para estruturar suas criações, existem vários sites que fornecem elementos para composição não apenas de figurino, mas de cenário e adereços. O difícil neste caso é saber usar as ferramentas com criatividade mesclando a imagem fonte com seus próprios estudos para não cair em armadilhas comuns. Um tempo atrás vi em blogs dois desenhos baseados numa mesma foto usada como base para o desenho do personagem Judoka. Infelizmente nenhum dos artistas interferiu na imagem, usando-a sem modificação alguma. Esse tipo de incômodo deve ser evitado simplesmente usando a referencia como se deve, ou seja como uma bússola para conduzir seu caminho. A referência é um instrumento e não o trabalho final.

As enciclopédias visuais, catálogos de lojas, recortes de revistas e jornais ajudam a formar um banco de dados mais pessoal e por consequência vão diminuir as coincidências no caso de você aproximar muito sua arte da referencia usada.


Outra ferramenta útil é a câmera fotográfica com a qual pode-se gerar um guia de referencias ainda mais exclusivo e pessoal.Por fim figurinos e adereços aparecem com detalhes em diversos filmes e seriados. E mesmo que você possa fazer uma captura de imagem digital, usar o bom e velho caderno de desenhos para esboçar os elementos de seu interesse pode ser um bom exercício para seu poder de observação e para evoluir seu traço.











Há muito o que se falar sobre criação de personagens, suas funções e usos, métodos de criação e adaptação de uma mídia para outra. Um artigo apenas é pouco para contemplar o universo de coisas que se pode explorar dentro do tema, sem falar que cada autor pode desenvolver seu próprio método e sua própria classificação. Então é necessário entender essas dicas, sejam originadas de livros, matérias ou artigos como bússolas e nunca como dogmas.

Esta é uma repostagem de um artigo que perdeu-se quando o Laboratório Espacial migrou de servidor e foi refeita atendendo a pedidos. Se você curtiu, comente, compartilhe e espalhe pros amigos. Para ler a PARTE II desta matéria é só clicar AQUI.










Alguns sites para busca de imagens:
fotosearch
compfight
Outros links para explorar o tema:
Recriação do ASTRONAUTA (de Maurício de Sousa) por Gian Danton e JJ Marreiro
Por que devo saber classificar minhas criações?
Ajuste sua criação a faixa etária desejada: Manual de Classificação do Ministério da Justiça



http://laboratorioespacial.blogspot.com.br/2016/07/criacao-de-personagens-por-jj-marreiro.html
http://laboratorioespacial.blogspot.com.br/2016/07/criacao-de-personagens-por-jj-marreiro_22.html
http://laboratorioespacial.blogspot.com.br/2010/10/o-astronauta-de-mauricio-de-sousa-por.html

http://laboratorioespacial.blogspot.com/2018/05/dicas-de-producao.html






quarta-feira, 15 de junho de 2016

COMUNHÃO: Segundo álbum de Felipe Folgosi via Catarse! (por Ricardo Quartim, o Super-herói da notícia)



O ator, apresentador e roteirista Felipe Folgosi conhecido por várias novelas dentre elas Olho no Olho da Rede Globo, a trilogia dos Mutantes na Record e pela participação no Reality Show A Fazenda está com seu segundo projeto de uma HQ no Catarse.

Folgosi é fã de quadrinhos desde criança. Não apenas dos super-heróis Marvel e DC mas como ele mesmo diz, lia de tudo desde Asterix, Maurício de Sousa até Moebius dentre outros. Um dos seus maiores sonhos era produzir uma HQ e se realizou com seu projeto anterior, Aurora.

Agora ele retorna com a Graphic Novel Comunhão. Na trama um grupo de corridas de aventuras vem ao Brasil para participar de uma etapa do circuito mundial. Após a prova eles resolvem fazer uma trilha na Mata Atlântica longe da organização e da imprensa. No entanto eles se perdem e acabam encontrando uma tribo misteriosa dominada por um reverendo psicopata chamado Adam Byington.


A  história é narrada pelo ponto de vista da protagonista Ammy Stuart. Ammy é uma das maiores corredoras de aventura do mundo. Dura na queda a jovem começou correndo na equipe do irmão Mark, mas depois acabou formando seu próprio time só de mulheres. De temperamento forte e possuidora de certa teimosia, por uma decisão errada dela um acidente grave acontece e isso a traumatiza fazendo-a parar de correr, sendo um ponto de virada da personagem.

Após isso Ammy passa a ser coordenadora da equipe do irmão. Quando vem ao Brasil junto da equipe e eles se perdem, ela tem de voltar a correr só que desta vez pela própria vida.

A história é recheada de suspense, aventura, ação e terror psicológico. Há também muita influência slasher e gore, subgêneros de filmes de terror quase sempre envolvendo assassinos psicopatas que matam aleatoriamente com muito sangue. Os personagens são levados ao extremo da sobrevivência humana. Mas nem por isso deixa de ter humor, romance, heroísmo e até questões religiosas/filosóficas. 

“Quem será o melhor adaptado para sobreviver na natureza selvagem, um corredor de aventuras de nível mundial ou um nativo que cresceu caçando na mata e a conhece como a palma da mão? Quem é a presa e quem é o predador?”

Da mesma forma que o projeto anterior, Aurora, era um roteiro para o cinema e que Felipe resolveu transformar em HQ, o mesmo ocorreu com Comunhão. Em uma conversa com Felipe ele declarou para o Laboratório Espacial que “O Comunhão surgiu da sugestão de um amigo americano para que eu escrevesse um filme de terror, pelo fato desse gênero ser muito produzido lá fora e ter mercado. Mas eu não queria fazer apenas um slasher violento que gostava quando era adolescente, queria que tivesse outros elementos para dar uma profundidade à história.” 
  
Após ver o potencial de Aurora nos quadrinhos e a boa repercussão da obra, ele resolveu transformar também Comunhão em uma HQ. Felipe está na lista de indicados do Troféu HQ MIX (ano 2015) por Aurora em três categorias, Roteiro, Novos Talentos e Publicação de Aventura, Terror e Fantasia. Em Comunhão Felipe retorna a parceria com o Instituto HQ em busca de financiamento no Catarse.

No entanto desta vez o responsável pela arte é o quadrinhista JB Bastos, um dos destaques da nova geração já tendo desenvolvido trabalhos para o mercado internacional como Night Trap e Knight Rider para Lion Forge e Black Bag para Legendary Comics.

A princípio o álbum será lançado no formato: 22,3 x 31,5 cm, capa triplex, lombada quadrada 250 g e miolo offset 90 g, com 144 páginas preto/branco (134 de arte). Haverá várias recompensas entre elas, assim como também ocorreu em Aurora, poder tornar-se personagem da HQ e convites VIPs para a festa de lançamento com a presença dos artistas e da imprensa na Stunt Burger  uma das mais conhecidas hamburguerias da cidade de  São Paulo.

Comunhão poderá ser financiado até o dia 30 de julho. Para apoiar e conhecer mais detalhes sobre o projeto acesse a página no Catarse:  https://www.catarse.me/pt/comunhaohq














































http://laboratorioespacial.blogspot.com.br/p/quadrinhos.html

domingo, 29 de maio de 2016

De volta OS ÁLBUNS GIGANTES DA EBAL! E outras raridades! (por Ricardo Quartim, o Super-herói da notícia)












O fã pernambucano Rogério Prestes produz fac-símiles de exemplares raros de gibis com uma qualidade gráfica excepcional a disposição dos colecionadores.

Mas a grande novidade são as edições gigantes da Ebal (27 x 36cm):

Super-Homem contra o Incrível Homem-Aranha
Super-Homem versus Mulher-Maravilha
Super Homem versus Muhammad Ali
Superman versus Shazam!
Almanaque de Batman – 1975
Almanaque dos Superamigos


Qualquer um dos um dos álbuns sai por R$55,00.
















A outra novidade são os boxes exclusivos de coleções os Vingadores e Thor da Bloch,  Heróis da TV da Editora Abril ou ainda qualquer outro que pode ser personalizado a sua escolha. Cada box custa R$20,00, o que não deixa de ser surpreendente pela qualidade e conteúdo. (Nota: O BOX não trás as revistas da coleção, R$ 20,00 é só o BOX, SEM AS REVISTAS)


 Já existem para venda várias coleções e exemplares de várias editoras tais como Ebal, Bloch, Editora Abril,  RGE e Vecchi. Inclusive o encontro de Batman versus o Incrível Hulk publicado pela Ebal por R$35,00



Segundo Rogério, o fac-símile ou encadernado possui um ótimo acabamento e capa com impressão a laser em papel couchet plastificado. A revista chega vedada e bem protegida.
O famoso Dicionário Marvel lançado pela Editora Abril  nos anos de 1980 encartado ao longo das revistas de linha também pode ser adquirido. Ele possui capa dura  com arte de Jack Kirby, John Buscema ou outra a escolha. 




A reprodução é perfeita nos mínimos detalhes, até nas propagandas. É como ter a original em mãos. Veja uma comparação feita pelo fã Paulo Langer  entre a revista Heróis da TV original (à esquerda) e o fac-símile (à direita):









Além das revistas, encadernados e box, ainda é possível adquirir pôsteres diversos. Uma oportunidade rara e sonho de todo o fã da nona arte. Para poder adquirir basta entrar em contato através do e-mail:


A seguir uma lista parcial com alguns fac similes que estão disponíveis para confecção. É também uma oportunidade para completar a coleção de exemplares raros de se encontrar em sebos ou no Mercado Livre.

Os valores ficam assim:

EBAL e GEP: R$22,00 cada exemplar

ABRIL:   18,00 cada 
BLOCH: R$18,00 cada.

Em todos os casos é possível fazer um desconto nos pacotes com mais de 10 exemplares.
Já o BOX para qualquer coleção fica em 20,00. Porém é somente o BOX, sem as revistas. 


Uma oportunidade rara e sonho de todo o fã da nona arte.

Para poder adquirir basta entrar em contato através do e-mail:




(IMPORTANTE: Os valores podem sofrer ajustes de acordo com a inflação. Os preços aqui listados foram coletados em maio de 2016.)

As edições já disponíveis são as seguintes:


BLOCH
Vingadores 1-10
Defensores 1-5
Punhos de Aço 1-5
Thor 1-17
A Tumba de Drácula 1-15
Homem de Ferro 1-16
Namor 1-10
Tocha Humana 1-14
Hulk 1-16
Conan 1-7
Kazar 1-6
Motoqueiro fantasma 1
Mestre do kung fu 1-20

ABRIL
Heróis da TV (Hanna-Barbera) 1-29
Heróis da TV (Marvel) 1-50
Homem Aranha 1-10
Super AventurasMarvel 1-10
Capitão América 1-50
Superman 1-10
Batman 1-10
Grandes Heróis Marvel 1-20
Hulk 1-10

RGE 
Homem Aranha 1-43
Hulk 1-48
Os 4 Fantásticos 1-14
Premiere Marvel 1-2
 Almanaque Marvel 1-2
Almanaque do Aranha  1-2
Almanaque do Hulk 1-2
Super heróis Marvel 1-2
O Homem do Fundo do Mar 1-2

EBAL :
Aquaman 1-21
A Legião dos Super Heróis 1-38
Thor 1-32
Capitão Z 1-34
Mulher Maravilha 1-4
Durango Kid 1-15
A Morte de Batman
Capitão América cores 1-9
Super X - Namor e Hulk 1-54
Demolidor 1-31
Quarteto fantástico 1-21
A MAIOR CAP, THOR, H.FERRO 1-21
A MAIOR ESPECTRO 1-5
Jornada nas estrelas 1-16
Kamandi 1-7
Superamigos 1-38
Tomahawk 1-20

VECCHI
Tex 1-10

GEP
X-MEN todas as 11 edições

Boas compras!







 


































https://www.youtube.com/watch?v=RM45vkt9USg

https://www.youtube.com/user/ricardoquartim3/videos

http://laboratorioespacial.blogspot.com/2020/04/ebal-dar-com-pau.html