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segunda-feira, 16 de março de 2020

FELIPE FOLGOSI LANÇA MAIS UMA CAMPANHA NO CATARSE: SUA NOVA HQ "KNOCK ME OUT"


“Knock Me Out” é a quinta Graphic Novel criada pelo autor.

Nesta terça-feira (17 de março),  o ator e roteirista Felipe Folgosi lança a campanha da graphic novel “Knock Me Out”, no site de financiamento coletivo Catarse. “Knock Me Out” é a quinta obra na série de HQs do autor, iniciada em “Aurora”, lançado em 2015, seguida de “Comunhão” em 2017, “Um Outro Dia” em 2018 e por “Chaos” em 2019.
Sobre a nova HQ, Felipe comenta “É a história de Tom Rocco, um lutador brasileiro de jiu-jitsu, que vai para os Estados Unidos em busca de seu próprio caminho. Além de ser um excelente lutador, Tom começou a fazer grafite ainda adolescente, e acabou desenvolvendo um estilo pessoal em obras incríveis, mas que ele deixa escondidas do mundo, para ninguém ver. Essas duas formas de expressão, a arte marcial e a plástica, são as válvulas de escape que ele tem para lidar com seus conflitos internos, principalmente a solidão. Mas como em toda boa história, Tom chega em uma encruzilhada. Ao mesmo tempo que recebe o convite para lutar no maior campeonato de MMA do mundo, conhece Natalie, uma médica que ilumina sua vida e acabam se apaixonando. Ao descobrir como é brutal e perigosa essa competição, Natalie pede que Tom se afaste desse universo violento e invista em seu talento como pintor.  Agora Tom precisa decidir que caminho seguir para descobrir seu verdadeiro eu, se tornar o melhor lutador do mundo ou ficar com o amor de sua vida​“.

Felipe desenvolve uma história de ação surpreendente que mistura romance e questões filosóficas. “Tendo morado dois anos, estudando em Los Angeles, experimentei na pele como é se sentir estrangeiro. Procuro abordar na história esse fenômeno cada vez mais frequente de jovens que deixam o país, muitas vezes em busca de uma identidade. Porém se desvinculando de sua família, cultura e referências geográficas que compõem nossa memória afetiva, intensificando a sensação de não pertencimento comum nos dias de hoje”, relata. 
Páginas internas da graphic novel (reprodução)
Felipe diz que “Em tempos de rede sociais, nunca se esteve tão só, a ponto de o Reino Unido ter criado um Ministério da Solidão para enfrentar o problema. Esta é uma questão presente na HQ, mostrada por meio de Tom, mas também de Lorena, uma escritora afrodescendente, que encontrou na escrita um caminho para auto-realização e pessoal e financeira, mas que encontra dificuldade em sua vida amorosa, revelando que independentemente de raça, gênero e condição social, qualquer um pode se deparar com esse quadro que, segundo pesquisas faz tão mal quanto obesidade ou tabagismo. ” 



Páginas internas da graphic novel (reprodução)


Voz própria

Outro tema abordado por Felipe é a aparente dicotomia entre as artes marciais e as artes plásticas. Felipe acredita que elas têm mais coisas em comum do que se imagina. “Durante toda infância pratiquei lutas e, ao mesmo tempo, era aficionado por cinema e quadrinhos”, conta o autor. “Grandes artistas conseguiram canalizar a violência de forma criativa e provaram que existe uma beleza estética nas artes marciais. 

Para Felipe, as semelhanças entre as artes não terminam no nome. Ambas são veículos de expressão estética, têm um processo de aprendizado parecido entre mestre e aprendiz, exigem coordenação motora e raciocínio espacial.  



Páginas internas da graphic novel (reprodução)


O autor conclui: “Não é por acaso que ao longo da história, a prática dessas artes não era só comum, mas obrigatória tanto para monges como para samurais. ”
Felipe estudou cinema em São Paulo e fez especialização em roteiro na UCLA, Estados Unidos. Inicialmente desenvolveu o roteiro de “Knock Me Out” para o cinema, mas adaptou a trama para história em quadrinhos ao perceber seu imenso potencial gráfico.
A missão de ilustrar foi dada ao desenhista Henrique Pereira, arte-finalista Téo Pinheiro e ao colorista Vinicius Townsend. Felipe, enfatiza “Encontrei nesse time os parceiros que buscava há algum tempo, com a sensibilidade e talento que a obra pede. Estou muito satisfeito com o resultado e acredito que o público também ficará”.
Após o encerramento da campanha e a produção da HQ concluída, haverá o coquetel de lançamento para imprensa e convidados, com a presença do autor.



Páginas internas da graphic novel (reprodução)

Felipe Folgosi

Fez faculdade de cinema na FAAP e especialização na UCLA por dois anos, com ênfase em roteiro. Desde 2000 tem colaborado em vários veículos como o Jornal da Tarde, revista da Avianca e na revista Licensing Brasil. Em 2001 ganhou o Concurso Nacional de Dramaturgia promovido pelo Ministério da Cultura com a peça "Um Outro Dia".
Começou a fazer teatro aos quinze anos e estreou aos dezessete na televisão com a minissérie "Sex Appeal", na Rede Globo, em 1993. Em seguida fez a novela "Olho no Olho", onde era o protagonista Alef. Depois esteve em "Explode Coração", "Corpo Dourado", "Vidas Cruzadas", "Jamais te Esquecerei", "Começar de Novo", "Os Ricos Também Choram", "Prova de Amor", trilogia "Os Mutantes" e “A Terra Prometida” na Rede Record.
Como apresentador, esteve no programa "Tá Ligado" da Fundação Roberto Marinho, em STV na Dança na TV Senac, em "Acredite Se Quiser" na Band. Mais recentemente participou do longa-metragem "A Grande Vitória" com Caio Castro e Sabrina Sato, da série "Politicamente Incorreto" com Danilo Gentilli, na FOX, da novela "Chiquititas" do SBT, do programa da GNT “Que Maravilha- Aula de Cozinha”, do seriado “171-Negócio de Família” para o Universal Channel e atualmente está fazendo uma participação na novela “Aventuras de Poliana” no SBT. No teatro fez mais de dez peças, entre elas "Gato Vira-Lata", de Juca de Oliveira.
Em 2018, Felipe lançou o longa-documentário “Traço Livre”, que coproduziu e apresenta, sobre o cenário atual do quadrinho independente no Brasil. Em 2019, participou do longa “Eu Sou Brasileiro” de Alessandro Barros e em breve estará na cinebiografia de Celly Campelo “Um Broto Legal”, de Luiz Alberto Pereira.
Lançou em 2015 sua primeira Graphic Novel, “Aurora”, que foi um sucesso de crítica e público, tendo sido indicada ao maior prêmio dos quadrinhos nacionais, o “HQMix”.
Em 2017 lançou seu segundo projeto em quadrinhos, desta vez uma história de suspense e terror psicológico chamada “Comunhão”. Participou também das coletâneas “Visões de Guerra” e “Selva Gazeta Gráfica”. Em 2018, Felipe lançou seu curso online de composição narrativa chamado “Contador de Histórias” na plataforma cultural Savoá.
Também participa da antologia “Narrativas do Medo Volume 2” com o conto “Non Plus Ultra”, lançou a Graphic Novel “Um Outro Dia” em 2018. Em 2019 continuação do Aurora chamada “CHAOS” e atualmente está produzindo “Knock Me Out” com lançamento previsto para novembro de 2020.
Páginas internas da graphic novel (reprodução)



Henrique Pereira

Além de produzir materiais para editoras e agências de publicidade, trabalhou com quadrinhos institucionais, livros didáticos e paradidáticos, animação, character design para games, e ministrou aulas de desenho (estilo mangá) na cidade de Recife, Pernambuco.
Ainda nos anos 90, produziu a 1ª edição da revista “Aprenda a Desenhar - Estilo Mangá”, em parceria com o artista Watson Portela. Atualmente, dedica-se a ilustrar para editores internacionais como artista freelancer e à frente do “Inkstand Studio” do qual é fundador.

Teo Pinheiro

Téo Pinheiro, desenhista, arte-finalista e colorista, ganhou em 2004 o prêmio “OS MELHORES DA PRISMARTE” na categoria arte-finalista com a HQ “O HOMEM SUPER” criado e desenhado por Luciano Felix. Em 2007 ganhou o prêmio como, melhor ilustrador (Capa da PRISMARTE nº 43). Atualmente vem desenvolvendo vários trabalhos para editoras internacional e nacional, com algumas revistas lançadas do gênero “terror” para O Recife Assombrado, como, (A Rasteira da Perna Cabeluda), (O Recife Assombrado), Malasombro volume 01 e 02) e também já produziu materiais para editoras e agências de publicidade, trabalhou com quadrinhos institucionais, livros didáticos e paradidáticos, animação

Páginas internas da graphic novel (reprodução)




Vinicius Townsend

Natural do Rio de Janeiro, graduado em Belas Artes pela UFRRJ. Trabalha como colorista a 8 anos, participando de publicações em editoras como IDW, Dynamite, entre outras. Atualmente dedica-se como freelancer em publicações no mercado independente nacional e internacional.  

Para conhecer a campanha e/ou apoiar clique AQUI



Lançamento da campanha da graphic novel “Knock Me Out”, de Felipe Folgosi no Catarse.
Data: 17 de março, terça-feira
Roteiro, adaptação, layouts e produção: Felipe Folgosi
Desenho: Henrique Pereira. 
Arte-Final: Téo Pinheiro
Cores: Vinicius Townsend
Preço: R$59,99
Quantidade de páginas: 136 de arte, 144 totais.
Endereço: www.catarse.me/kmo 

 


sexta-feira, 10 de agosto de 2018

CHAOS: FELIPE FOLGOSI LANÇA A CONTINUAÇÃO DE AURORA EM CAMPANHA DO CATARSE


O ator e roteirista Felipe Folgosi lançou no Catarse a campanha de financiamento coletivo da Graphic Novel CHAOS.

Folgosi é fã de quadrinhos desde criança. Não apenas dos super-heróis Marvel e DC mas como ele mesmo diz, lia de tudo desde AsterixMaurício de Sousa até Moebius dentre outros. Um dos seus maiores sonhos era produzir uma HQ que se realizou com seu primeiro projeto, Aurora em 2015, depois com a  Graphic Novel Comunhão em 2016. Agora ele retorna com a sequência do universo iniciado em  Aurora







Sobre a nova história, Felipe comenta “Ela começa onde a anterior parou, mas com o Gabriel dominando a cena no combate à Nova Ordem Mundial, ao lado dos personagens que conhecemos, Ryan, Cláudia e Annabelle. Claro que também teremos novos heróis e vilões, muitas sequências de ação eletrizantes, e como no Aurora, tudo isso muito bem amarrado numa trama que envolve ciência, filosofia, política, sociedades secretas, trans-humanismo, ação, sacrifício e aventura. Enfim, um thriller de ficção-científica com muita teoria da conspiração, do jeito que a gente gosta!". 




Felipe desenvolve uma história de ação surpreendente que mistura fatos científicos e questões filosóficas. 

Como fã do gênero, penso que as melhores histórias partem de premissas reais combinadas de forma inusitada e levadas às últimas consequências, então pesquisei muito para que cada termo científico usado, cada dado técnico citado gerasse uma sensação de verossimilhança no leitor”, explica o autor. 

Felipe levou dez anos para escrever Aurora, mas formam necessários apenas de seis meses para concluir o roteiro de CHAOS, no final de 2015.

Como já havia feito a pesquisa para o Aurora, que foi extensa e detalhada, começando com dados sobre astronomia e física, passando por partículas cósmicas, precessão dos equinócios, aceleradores de partículas, agências de inteligência militar, sociedades secretas e toda essa loucura, quando chegou a hora de escrever o Chaos foi muito mais rápido porque o universo já estava criado”, relata.


Felipe estudou cinema em São Paulo e fez especialização em roteiro na UCLA, Estados Unidos. Ele desenvolveu inicialmente o roteiro de Aurora para o cinema, mas adaptou a trama para história em quadrinhos ao perceber seu imenso potencial gráfico. Em CHAOS, ele segue a receita de sucesso. 

Consegui juntar elementos suficientes para criar uma história plausível partindo de uma premissa fantástica, misturando astronomia, medicina, evolucionismo com uma boa dose de teorias da conspiração”, finaliza. 


Fã de quadrinhos, Felipe conta que a inspiração de CHAOS vem tanto do universo das HQs quanto da ciência e para isso, precisaria encontrar um artista a altura. A missão foi dada ao desenhista argentino Emilio Utrera, que além do traço e arte final, também colore a obra. Felipe, que procurou um artista por quase dois anos, enfatiza 

Encontrei no Emi um parceiro que estava buscando faz algum tempo, um cara completo, ponta firme e extremamente sensível na tradução do roteiro e layout para o papel. Estou bem satisfeito com o trabalho dele e acredito que o público brasileiro também ficará”. 





Após o encerramento da campanha e a produção da HQ concluída, haverá o coquetel de lançamento na hamburgueria JAZZ BURGUER, para imprensa e convidados, com a presença do autor. 










                                       Felipe Folgosi 

Fez faculdade de cinema na FAAP e especialização na UCLA por dois anos, com ênfase em roteiro. Desde 2000 tem colaborado em vários veículos como o Jornal da Tarde, revista da Avianca e na revista Licensing Brasil. Em 2001 ganhou o Concurso Nacional de Dramaturgia promovido pelo Ministério da Cultura com a peça Um Outro Dia
Começou a fazer teatro aos quinze anos e estreou aos dezessete na televisão com a minissérie Sex Appeal, na Rede Globo, em 1993. Em seguida fez a novela Olho no Olho, onde era o protagonista Alef. Depois esteve em Explode Coração, Corpo Dourado, Vidas Cruzadas, Jamais te Esquecerei, Começar de Novo, Os ricos Também Choram, Prova de Amor, trilogia Os Mutantes e A Terra Prometida na Rede Record
Como apresentador, esteve no programa Tá Ligado da Fundação Roberto Marinho, em STV na Dança na TV Senac, em Acredite Se Quiser na Band. Mais recentemente participou do longa-metragem A Grande Vitória com Caio Castro e Sabrina Sato, da série Politicamente Incorreto com Danilo Gentilli, na FOX, e da novela Chiquititas do SBT. Felipe acabou de participar do programa da GNT  Que Maravilha- Aula de Cozinha e atualmente está no seriado 171-Negócio de Família para o Universal Channel. No teatro fez mais de dez peças, entre elas Gato Vira-Lata, de Juca de Oliveira
Em 2018, Felipe lançou o longa-documentário Traço Livre, que coproduziu e apresenta, sobre o cenário atual do quadrinho independente no Brasil. Com previsão de lançamento para 2019, ele estará no longa Eu Sou Brasileiro de Alessandro Barros.   

Para conhecer mais e apoiar a campanha no Catarse clique aqui 









quarta-feira, 15 de junho de 2016

COMUNHÃO: Segundo álbum de Felipe Folgosi via Catarse! (por Ricardo Quartim, o Super-herói da notícia)



O ator, apresentador e roteirista Felipe Folgosi conhecido por várias novelas dentre elas Olho no Olho da Rede Globo, a trilogia dos Mutantes na Record e pela participação no Reality Show A Fazenda está com seu segundo projeto de uma HQ no Catarse.

Folgosi é fã de quadrinhos desde criança. Não apenas dos super-heróis Marvel e DC mas como ele mesmo diz, lia de tudo desde Asterix, Maurício de Sousa até Moebius dentre outros. Um dos seus maiores sonhos era produzir uma HQ e se realizou com seu projeto anterior, Aurora.

Agora ele retorna com a Graphic Novel Comunhão. Na trama um grupo de corridas de aventuras vem ao Brasil para participar de uma etapa do circuito mundial. Após a prova eles resolvem fazer uma trilha na Mata Atlântica longe da organização e da imprensa. No entanto eles se perdem e acabam encontrando uma tribo misteriosa dominada por um reverendo psicopata chamado Adam Byington.


A  história é narrada pelo ponto de vista da protagonista Ammy Stuart. Ammy é uma das maiores corredoras de aventura do mundo. Dura na queda a jovem começou correndo na equipe do irmão Mark, mas depois acabou formando seu próprio time só de mulheres. De temperamento forte e possuidora de certa teimosia, por uma decisão errada dela um acidente grave acontece e isso a traumatiza fazendo-a parar de correr, sendo um ponto de virada da personagem.

Após isso Ammy passa a ser coordenadora da equipe do irmão. Quando vem ao Brasil junto da equipe e eles se perdem, ela tem de voltar a correr só que desta vez pela própria vida.

A história é recheada de suspense, aventura, ação e terror psicológico. Há também muita influência slasher e gore, subgêneros de filmes de terror quase sempre envolvendo assassinos psicopatas que matam aleatoriamente com muito sangue. Os personagens são levados ao extremo da sobrevivência humana. Mas nem por isso deixa de ter humor, romance, heroísmo e até questões religiosas/filosóficas. 

“Quem será o melhor adaptado para sobreviver na natureza selvagem, um corredor de aventuras de nível mundial ou um nativo que cresceu caçando na mata e a conhece como a palma da mão? Quem é a presa e quem é o predador?”

Da mesma forma que o projeto anterior, Aurora, era um roteiro para o cinema e que Felipe resolveu transformar em HQ, o mesmo ocorreu com Comunhão. Em uma conversa com Felipe ele declarou para o Laboratório Espacial que “O Comunhão surgiu da sugestão de um amigo americano para que eu escrevesse um filme de terror, pelo fato desse gênero ser muito produzido lá fora e ter mercado. Mas eu não queria fazer apenas um slasher violento que gostava quando era adolescente, queria que tivesse outros elementos para dar uma profundidade à história.” 
  
Após ver o potencial de Aurora nos quadrinhos e a boa repercussão da obra, ele resolveu transformar também Comunhão em uma HQ. Felipe está na lista de indicados do Troféu HQ MIX (ano 2015) por Aurora em três categorias, Roteiro, Novos Talentos e Publicação de Aventura, Terror e Fantasia. Em Comunhão Felipe retorna a parceria com o Instituto HQ em busca de financiamento no Catarse.

No entanto desta vez o responsável pela arte é o quadrinhista JB Bastos, um dos destaques da nova geração já tendo desenvolvido trabalhos para o mercado internacional como Night Trap e Knight Rider para Lion Forge e Black Bag para Legendary Comics.

A princípio o álbum será lançado no formato: 22,3 x 31,5 cm, capa triplex, lombada quadrada 250 g e miolo offset 90 g, com 144 páginas preto/branco (134 de arte). Haverá várias recompensas entre elas, assim como também ocorreu em Aurora, poder tornar-se personagem da HQ e convites VIPs para a festa de lançamento com a presença dos artistas e da imprensa na Stunt Burger  uma das mais conhecidas hamburguerias da cidade de  São Paulo.

Comunhão poderá ser financiado até o dia 30 de julho. Para apoiar e conhecer mais detalhes sobre o projeto acesse a página no Catarse:  https://www.catarse.me/pt/comunhaohq














































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