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segunda-feira, 1 de janeiro de 2018
Feliz 2018 !
Dizer "Feliz 2018 " é almejar bonança, prosperidade, saúde, paz e todas
as coisas boas e positivas, mas também é um modo de dizer: Vamos
trabalhar para trazer todas essas coisas boas. Vamos trabalhar para
melhorar a nós mesmos, vamos lutar a cada dia por um dia melhor para que
ao final de 365 deles possamos ter finalmente construído nosso "Feliz
2018".
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terça-feira, 3 de outubro de 2017
Discovery: Uma nova jornada para novos viajantes!
(Uma resenha crítica por JJ Marreiro)
Quando JJ Abrams assumiu a produção de uma nova Jornada nas
Estrelas para o cinema, a franquia consistia em filmes de orçamento apertado,
roteiros medianos ou esforçados e notadamente apoiados na fama da série original e no reconhecimento dos
personagens e atores que construíram as séries da TV, inicialmente Nimoy e cia
e posteriormente Patrick Stewart e cia.
Todo trekker percebe claramente que as produções fílmicas da
Nova Geração são bem inferiores em texto e concepção a vários episódios da
própria série. Nesse sentido os filmes da Série Clássica levavam vantagem e mesmo assim estavam, na maioria, abaixo das possibilidades de Hollywood pra sua
época. O Diretor e Produtor JJ Abrams (e sua trupe de auxiliares) tem o mérito de trazer Jornada para o
universo dos blockbusters copiando de Star Wars as explosões de planetas e as
paixonites dos protagonistas. Embora parte dos fãs antigos aprecie o espetáculo
visual do Abramsverse (aka Kelvin Timeline) e embora as histórias não sejam
necessariamente fracas, a verdadeira Ficção Científica de Jornada nas Estrelas
passa longe dessas produções. Discovery, mesmo alegadamente localizada no universo Prime,
bebe na fonte de Abrams em todos os sentidos: um espalhafato visual criado obviamente
para neófilos, civis e para os apreciadores de CG. É fácil ver as influências de Star Wars com presença
mais forte que os elementos próprios de Jornada nas Estrelas.
O primeiro grande equívoco de Discovery foi ser localizada
temporalmente no passado do universo prime ignorando o ditado antigo que já dizia: "Quem anda pra trás é caranguejo". Não há como um fã reconhecer o
design de objetos, adereços e uniformes como sendo anteriores a era Kirk. Os Klingons
estão desfigurados no que tange ao aspecto físico e, no figurino, travestidos de Mestres
Sala com suas naves, cercadas de uma pompa ridícula, parecendo carros alegóricos. Todo o design de Star Trek Discovery remete a um desfile de escola de samba ou a um clip de Lady Gaga.
Essa excentricidade visual
seria possivelmente mais aceitável se as aventuras se passassem após as viagens da USS
Voyager. Coisa simples de resolver, mas sem a mesma resposta de público, pois
aproximar Discovery temporalmente da série clássica dá aos civis um ambiente
confortável (com a proximidade de personagens como Sarek, Spock ou Kirk). Os roteiristas também não precisam se dar ao trabalho de conhecer nada do universo construído nas inter-relações entre as séries: Clássica, Nova Geração, Deep Space 9 e Voyager.
O elenco é, talvez, o melhor elemento de Discovery que mostra atores e atrizes empenhados em construir seus personagens com competência e carisma. Destaque óbvio para o Ten. Saru, que apesar de ter o rosto parecido com uma pilha de vísceras de bode, é um personagem que gera simpatia e curiosidade, além da Diva Michelle Yeoh interpretando uma Capitã cuja coragem e audácia a levam a extremos e, a bela e carismática Sonequa Martin-Green cujo personagem faz uma ponte entre a cultura Vulcana e Terráquea. O Sarek de James Frain parece ter acessado a Força Jedi por meio da disciplina do Kolinahr. Ele reflete bem a sobriedade vulcana, mas a direção do filme o trata (e às suas habilidades) como um Mestre Jedi.
O elenco é, talvez, o melhor elemento de Discovery que mostra atores e atrizes empenhados em construir seus personagens com competência e carisma. Destaque óbvio para o Ten. Saru, que apesar de ter o rosto parecido com uma pilha de vísceras de bode, é um personagem que gera simpatia e curiosidade, além da Diva Michelle Yeoh interpretando uma Capitã cuja coragem e audácia a levam a extremos e, a bela e carismática Sonequa Martin-Green cujo personagem faz uma ponte entre a cultura Vulcana e Terráquea. O Sarek de James Frain parece ter acessado a Força Jedi por meio da disciplina do Kolinahr. Ele reflete bem a sobriedade vulcana, mas a direção do filme o trata (e às suas habilidades) como um Mestre Jedi.
O roteiro que não é ruim —mas também não é Star Trek— parece ter sido criado para encaixar os efeitos a
la Michael Bay. O visual é deslumbrante, muitas luzes, camadas, brilhinhos, texturas,
muitas telas e holografias, muitos raios, flashes, muitas explosões, sequencias de ação
velozes e confusas, sem dúvida
visualmente alinhado com o universo Abrams com os quais os civis estão
familiarizados.O tratamento dado à Discovery é de um filme picotado em capítulos —característica das séries produzidas pela Netflix. Isso afasta ainda mais o estilo narrativo, o tratamento dos temas e a familiaridade com qualquer das 5 séries (6 se contarmos a série animada) de Jornada nas Estrelas.
Star Trek Discovery, produzida por Alex Kurtzman (o "mão direita" de JJ Abrams) troca toda a parte de exploração, ciência e filosofia por intrigas, batalhas e cenas de ação. Kurtzman mostra que entende tanto de Star Trek quanto um peixe entende de mecânica de automóveis. A inteligência de uma Jornada foi trocada pelo escapismo e o
drama fácil de uma Guerra. A disciplina vulcana aparece maquiada como uma Força
Jedi incluindo projeções astrais. Até o figurino parece cópia de Star Wars —
vide o traje usado pela Cap. Georgiou no deserto. Os Aliens, exceto a garota Daft Punk parecem ter fugido de Mos Eisley. Os hologramas também estão em
todos os lugares. Quem continuar acompanhando a série pode aguardar alguma inevitável referência visual aos stormtroopers.
A série inteira lembra aquele ditado do macaco que
nunca come mel e quando come se lambuza. Se Jornada nunca teve financiamento o
bastante para alguns efeitos mais elaborados isso certamente impeliu os
roteiristas a se esmerarem. O que vemos em Discovery é o uso
da marca STAR TREK (e alguns nomes de personagens e lugares) servindo ao propósito de vender uma "outra coisa". De fato, esta nova viagem
espacial, pouco tem a ver com os elementos que construíram a verdadeira Jornada
nas Estrelas. Há sim uma sintonia com o mercado, com o público de hoje. Certamente muitas traquitanas
serão vendidas e mais produções com efeitos deslumbrantes estão à caminho,
possivelmente com planetas sendo destruídos e muitas batalhas espaciais com
destroços e lens flares. Podem esperar também por muitos ganchos de final de episódio, reviravoltas mirabolantes, intrigas, traições, aliados imprevisíveis, todos esses elementos "inovadores" vistos a exaustão em Lost, Walking Dead, Game of Thrones e congêneres. Já os antigos fãs (pelo menos os mais tradicionalistas) terão
que esperar uma nova produção que reflita o que se conhece do universo prime de
Jornada nas Estrelas.
quarta-feira, 27 de setembro de 2017
Star Trek DISCOVERY: Uma série de Imagens
Novos uniformes, novas naves, novo, ultramoderno e extremamente avançado design. Novos atores, novas histórias. Star Trek Discovery é uma releitura de tudo que já se viu em Jornada nas Estrelas de 1966 pra cá. Então vamos fazer uma pequena jornada visual acompanhando o novo design desta nova Jornada.
MAIS:
Os Figurinos mais impressionantes de ST: TNG
quinta-feira, 29 de dezembro de 2016
STAR TREK DISCOVERY - O que sabemos até então!
Jornada nas Estrelas é um fenômeno mundial com produtos em diversas mídias dos games aos filmes, passando por livros, quadrinhos e incontáveis artigos colecionáveis, mas sua origem foi na TV em 1966. Após um retorno de sucesso como franquia cinematográfica, a série ganha uma nova versão televisiva e este artigo reúne o que sabemos até aqui a respeito da próxima Trek Série.
—A série se chamará Star Trek
Discovery. Claramente uma homenagem ao ônibus espacial Discovery, a nave
com maior número de missões (39, em 27 anos de serviço) dentro do programa de
ônibus espaciais da NASA.
—Estreia programada para MAIO de 2017.
— As aventuras acontecerão 10
anos antes das primeiras viagens do Capitão Kirk e Spock. dentro do
universo regular de Jornada nas Estrelas, o Universo Prime, originalmente criado pelo
produtor Gene Roddenberry. Nada de Abramsverse. Levando em conta que os
recursos financeiros dos filmes produzidos
por JJ Abrams são impeditivos para manter uma unidade visual com relação à
série. Outro motivo para a série Discovery ser situada no Universo Prime é o fato dos roteiristas dos filmes ficarem livres de conexões de continuidade com a série.
— A nave será a USS Discovery
NCC 1031. A base para o seu design foi a Enterprise criada por Ken Adams e
Ralph McQuarrie (sim, ele mesmo, o
ilustrador famosão de Guerra nas Estrelas) para Star Trek: Planet of Titans, um
filme planejado em 1977 mas não produzido.
— Em entrevista Brian Fuller mencionou que apesar da série se passar num período próximo do primeiro piloto (The Cage, 1965) os uniformes da série não necessariamente serão iguais aos já vistos, embora o uniforme venha a ter referências reconhecíveis.
— Em entrevista Brian Fuller mencionou que apesar da série se passar num período próximo do primeiro piloto (The Cage, 1965) os uniformes da série não necessariamente serão iguais aos já vistos, embora o uniforme venha a ter referências reconhecíveis.
— A série terá uma protagonista feminina, no cargo de
Tenente Comandante. Tem sido apontados, nos sites especializados, um personagem
gay e um Capitão Klingon.
http://ncc-1031.com/star-trek-discovery-female-lead/
https://observatoriodocinema.bol.uol.com.br/series-e-tv/2016/11/star-trek-discovery-tera-capitao-klingon-e-almirante-mulher-diz-site
—A protagonista da série será uma tenente-comandante interpretada pela atriz Sonequa Martin-Green conhecida por seu trabalho na série The Walking Dead.
—Inicialmente programada para estrear em Janeiro de 2017, Star Trek
Discovery foi adiada para Maio por motivos de produção. Atualização en 19/Jan/2017: A CBS atualizou os fãs de que possivelmente STD sofra mais um ajuste de data de lançamento.
— A série estreará primeiro na CBS e em seguida será disponibilizada para
118 países pelos serviços de Streaming
CBS All Acess, Crave Tv que atenderá o Canadá e Netflix que disponibilizará a
série para o Brasil. (Nota: Todas as demais séries de Star Trek: A série
Original, Nova Geração, DS9, Voyager e Enterprise já estão disponíveis via Netflix).
—A CBS liberará os episódios semanalmente, com esta determinação a empresa visa ampliar o número de assinantes ao longo da exibição da série.
—A CBS liberará os episódios semanalmente, com esta determinação a empresa visa ampliar o número de assinantes ao longo da exibição da série.
—Os produtores-criadores da série são Alex Kurtzman (Roteirista e produtor associado a JJ Abrams e
Roberto Orci, junto com estes criou a série FRINGE; Foi roteirista em Watchmen
(2009), Star Trek (2009) e Star Trek
Into Darkness (2013) e Bryan Fuller
(começou como roteirista para as séries DS9 e Voyager, foi produtor nas séries
Hannibal, Pushing Daisies, ST:Voyager). O produtor Akiva Goldsman, produtor da série FRINGE (que possui várias
referências ao universo Trekker e contava com Leonard Nimoy no elenco) fará
parte da equipe criativa da série num cargo ainda não especificado.
—Nicholas Meyer, produtor e
roteirista, diretor de ST II: A Ira de Khan e ST VI: A Terra Desconhecida e
roteirista de ST IV: A Volta para Casa será um dos consultores da série.
—Rod Roddenberry, produtor,
diretor e roteirista, filho do Produtor e Roteirista Gene Roddenberry (criador
de Jornada nas Estrelas) e da atriz Majel Barret (Enfermeira Chapel na série
original e Lwaxana Troi na Nova Geração) estará envolvido em STDiscovery como
produtor executivo.
— Cada episódio terá o custo de produção de aproximadamente 6 milhões de dólares e serão filmados
em Toronto (Canadá). Em 1987 os episódios de Jornada nas Estrelas A Nova
Geração custavam cerca de US$ 1,3
Milhões. Os episódios da série
original tinham um custo médio de US$
190.000. À exceção dos dois episódios piloto, o episódio mais caro na série
original foi Cidade à Beira da Eternidade (US$ 250,000).
— Tony Todd está na lista
final de atores selecionados para a série. Conhecido por interpretar Kurn
(irmão de Worf na Nova Geração) e por participação e em DS9 e Voyager, Ton Todd
teria um papel de destaque na produção independente (recentemente caçada e
cancelada) Axanar.
—Michelle Yeoh, conhecida
pelo filme O Tigre e o Dragão foi contratada para atuar em ST:Discovery como
Capitã Han Bo, da USS Shenzhou.
— O produtor Bryan Fuller foi afastado da série em outubro, mas permanecerá nos
créditos pois escreveu os dois primeiros episódios e a história que rege o arco
desta primeira temporada. Ele mencionou no twitter que o episódio "Balance
of Terror" será uma referência para a série. O episódio citado é marcado
pela primeira aparição dos Romulanos e apresenta metaforicamente uma batalha
entre um navio e um submarino. A inspiração para o enredo do episódio veio dos
filmes O Mar é Nosso Túmulo (1956) e A Raposa do Mar (1957).
— Joe Menosky (um dos roteiristas de ST Voyager) e Kristen Beyer
(autora de romances de Star Trek) estão entre os roteiristas da nova série.
—O ator James Frain interpretará Sarek, um Embaixador Vulcano de fama lendária e pai do famoso Oficial de Ciências e Primeiro Imediato da Enterprise NCC-1701, Spock. (atualizado em 19/Jan/2017)
—O ator James Frain interpretará Sarek, um Embaixador Vulcano de fama lendária e pai do famoso Oficial de Ciências e Primeiro Imediato da Enterprise NCC-1701, Spock. (atualizado em 19/Jan/2017)
Fica a torcida para o êxito da nova série, que mais produções de qualidade surjam com a marca e no seu rastro e que o legado de Jornada nas Estrelas continue inspirando artistas e cientistas mundo a fora estimulando-nos a ir audaciosamente aonde nenhum homem jamais esteve.
MAIS:
Arte de Ralph McQuarrie para Star Trek em 1977
Memory Alpha: Star TRek Discovery
Star TRek New Series on Digitaltrends.com
Digitalspy STD Cast
Trekmovie.com Brian Fuller revelations
The Trek Colective STDiscovery Guide
Star Trek Discovery no ateremos
ST Discovery será liberada/exibida semanalmente
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