Mostrando postagens com marcador Star Trek Discovery. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Star Trek Discovery. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 1 de janeiro de 2018

Feliz 2018 !

Dizer "Feliz 2018 " é almejar bonança, prosperidade, saúde, paz e todas as coisas boas e positivas, mas também é um modo de dizer: Vamos trabalhar para trazer todas essas coisas boas. Vamos trabalhar para melhorar a nós mesmos, vamos lutar a cada dia por um dia melhor para que ao final de 365 deles possamos ter finalmente construído nosso "Feliz 2018".




































E aproveitando o clima de positividade que tal recordar algumas das postagens mais bacanas de 2017? Foram muitas matérias legais além dessas selecionadas, então fique a vontade para dar uma volta pelo blog e ver quantas coisas bacanas tem por aqui:

http://laboratorioespacial.blogspot.com.br/2017/05/jack-kirby-100-anos.html
 
http://laboratorioespacial.blogspot.com.br/2017/05/deuses-mitos-e-ufos-por-jack-kirby.html


http://laboratorioespacial.blogspot.com.br/2017/02/laboratorio-espacial-na-feira-livre-de.html

http://laboratorioespacial.blogspot.com.br/2017/05/drops-ricardo-quartin-22-solomon-kane.html


http://laboratorioespacial.blogspot.com.br/2017/06/al-rios-star-wars-guerra-nas-estrelas.html

http://laboratorioespacial.blogspot.com.br/2017/10/discovery-uma-nova-jornada-para-novos.html
http://laboratorioespacial.blogspot.com.br/2017/12/jj-marreiro-no-estande-da-caixa.html
http://laboratorioespacial.blogspot.com.br/2016/07/powergirls-elas-adoram-mulher-maravilha.html
http://laboratorioespacial.blogspot.com.br/2017/11/endereco-provisorio-mesa-36-por-jj.html


http://laboratorioespacial.blogspot.com.br/2017/12/100-anos-de-will-eisner-na-gibiteca-de.html


http://laboratorioespacial.blogspot.com.br/2017/12/galep-100-anos-do-criador-grafico-de-tex.html

http://laboratorioespacial.blogspot.com.br/2017/06/uma-breve-historia-de-quadrinhos-velho.html


http://laboratorioespacial.blogspot.com.br/2017/12/de-dennis-oliveira-weekly-comics.html


http://laboratorioespacial.blogspot.com.br/2017/12/zohrn-em-o-resgate-de-valend-por-dennis.html


terça-feira, 3 de outubro de 2017

Discovery: Uma nova jornada para novos viajantes!



(Uma resenha crítica por JJ Marreiro)
 
Quando JJ Abrams assumiu a produção de uma nova Jornada nas Estrelas para o cinema, a franquia consistia em filmes de orçamento apertado, roteiros medianos ou esforçados e notadamente apoiados na fama da série original e no reconhecimento dos personagens e atores que construíram as séries da TV, inicialmente Nimoy e cia e posteriormente Patrick Stewart e cia. 

Todo trekker percebe claramente que as produções fílmicas da Nova Geração são bem inferiores em texto e concepção a vários episódios da própria série. Nesse sentido os filmes da Série Clássica levavam vantagem e mesmo assim estavam,  na maioria, abaixo das possibilidades de Hollywood pra sua época. O Diretor e Produtor JJ Abrams (e sua trupe de auxiliares) tem o mérito de trazer Jornada para o universo dos blockbusters copiando de Star Wars as explosões de planetas e as paixonites dos protagonistas. Embora parte dos fãs antigos aprecie o espetáculo visual do Abramsverse (aka Kelvin Timeline) e embora as histórias não sejam necessariamente fracas, a verdadeira Ficção Científica de Jornada nas Estrelas passa longe dessas produções. Discovery, mesmo alegadamente localizada no universo Prime, bebe na fonte de Abrams em todos os sentidos: um espalhafato visual criado obviamente para neófilos, civis e para os apreciadores de CG. É fácil ver as influências de Star Wars com presença mais forte que os elementos próprios de Jornada nas Estrelas.

O primeiro grande equívoco de Discovery foi ser localizada temporalmente no passado do universo prime ignorando o ditado antigo que já dizia: "Quem anda pra trás é caranguejo". Não há como um fã reconhecer o design de objetos, adereços e uniformes como sendo anteriores a era Kirk. Os Klingons estão desfigurados no que tange ao aspecto físico e, no figurino, travestidos de Mestres Sala com suas naves, cercadas de uma pompa ridícula, parecendo carros alegóricos. Todo o design de Star Trek Discovery remete a um desfile de escola de samba ou a um clip de Lady Gaga.

Essa excentricidade visual seria possivelmente mais aceitável se as aventuras se passassem após as viagens da USS Voyager. Coisa simples de resolver, mas sem a mesma resposta de público, pois aproximar Discovery temporalmente da série clássica dá aos civis um ambiente confortável (com a proximidade de personagens como Sarek, Spock ou Kirk). Os roteiristas também não precisam se dar ao trabalho de conhecer nada do universo construído nas inter-relações entre as séries: Clássica, Nova Geração, Deep Space 9 e Voyager.

O elenco é, talvez, o melhor elemento de Discovery que mostra atores e atrizes empenhados em construir seus personagens com competência e carisma. Destaque óbvio para o Ten. Saru, que apesar de ter o rosto parecido com uma pilha de vísceras de bode, é um personagem que gera simpatia e curiosidade, além da Diva Michelle Yeoh interpretando uma Capitã cuja coragem e audácia a levam a extremos e, a bela e carismática Sonequa Martin-Green cujo personagem faz uma ponte entre a cultura Vulcana e Terráquea. O Sarek de James Frain parece ter acessado a Força Jedi por meio da disciplina do Kolinahr. Ele reflete bem a sobriedade vulcana, mas a direção do filme o trata (e às suas habilidades) como um Mestre Jedi.


O roteiro que não é ruim —mas também não é Star Trek— parece ter sido criado para encaixar os efeitos a la Michael Bay. O visual é deslumbrante, muitas luzes, camadas, brilhinhos, texturas, muitas telas e holografias, muitos raios, flashes, muitas explosões, sequencias de ação velozes e confusas, sem dúvida visualmente alinhado com o universo Abrams com os quais os civis estão familiarizados.O tratamento dado à Discovery é de um filme picotado em capítulos —característica das séries produzidas pela Netflix. Isso afasta ainda mais o estilo narrativo, o tratamento dos temas e a familiaridade com qualquer das 5 séries (6 se contarmos a série animada) de Jornada nas Estrelas.

 
Star Trek Discovery, produzida por Alex Kurtzman (o "mão direita" de JJ Abrams) troca toda a parte de exploração, ciência e filosofia por intrigas, batalhas e cenas de ação. Kurtzman mostra que entende tanto de Star Trek quanto um peixe entende de mecânica de automóveis. A inteligência de uma Jornada foi trocada pelo escapismo e o drama fácil de uma Guerra. A disciplina vulcana aparece maquiada como uma Força Jedi incluindo projeções astrais. Até o figurino parece cópia de Star Wars — vide o traje usado pela Cap. Georgiou no deserto. Os Aliens, exceto a garota Daft Punk parecem ter fugido de Mos Eisley. Os hologramas também estão em todos os lugares. Quem continuar acompanhando a série pode aguardar alguma inevitável referência visual aos stormtroopers.











A série inteira lembra aquele ditado do macaco que nunca come mel e quando come se lambuza. Se Jornada nunca teve financiamento o bastante para alguns efeitos mais elaborados isso certamente impeliu os roteiristas a se esmerarem. O que vemos em Discovery é o uso da marca STAR TREK (e alguns nomes de personagens e lugares) servindo ao propósito de vender uma "outra coisa". De fato, esta nova viagem espacial, pouco tem a ver com os elementos que construíram a verdadeira Jornada nas Estrelas. Há sim uma sintonia com o mercado, com o  público de hoje. Certamente muitas traquitanas serão vendidas e mais produções com efeitos deslumbrantes estão à caminho, possivelmente com planetas sendo destruídos e muitas batalhas espaciais com destroços e lens flares. Podem esperar também por muitos ganchos de final de episódio, reviravoltas mirabolantes, intrigas, traições, aliados imprevisíveis, todos esses elementos "inovadores" vistos a exaustão em Lost, Walking Dead, Game of Thrones e congêneres. Já os antigos fãs (pelo menos os mais tradicionalistas) terão que esperar uma nova produção que reflita o que se conhece do universo prime de Jornada nas Estrelas.











































quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Star Trek DISCOVERY: Uma série de Imagens




Novos uniformes, novas naves, novo, ultramoderno e extremamente avançado design. Novos atores, novas histórias. Star Trek Discovery é uma releitura de tudo que já se viu em Jornada nas Estrelas de 1966 pra cá. Então vamos fazer uma pequena jornada visual acompanhando o novo design desta nova Jornada.






































http://laboratorioespacial.blogspot.com.br/2015/11/jornada-nas-estrelas-resumo-da-opera.html



MAIS:
Os Figurinos mais impressionantes de ST: TNG

quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

STAR TREK DISCOVERY - O que sabemos até então!



















Jornada nas Estrelas é um fenômeno mundial com produtos em diversas mídias dos games aos filmes, passando por livros, quadrinhos e incontáveis artigos colecionáveis, mas sua origem foi na TV em 1966. Após um retorno de sucesso como franquia cinematográfica, a série ganha uma nova versão televisiva e este artigo reúne o que sabemos até aqui a respeito da próxima Trek Série.

—A série se chamará Star Trek Discovery. Claramente uma homenagem ao ônibus espacial Discovery, a nave com maior número de missões (39, em 27 anos de serviço) dentro do programa de ônibus espaciais da NASA.

—Estreia programada para MAIO de 2017.

— As aventuras acontecerão 10 anos antes das primeiras viagens do Capitão Kirk e Spock. dentro do universo regular de Jornada nas Estrelas, o Universo Prime, originalmente criado pelo produtor Gene Roddenberry. Nada de Abramsverse. Levando em conta que os recursos  financeiros dos filmes produzidos por JJ Abrams são impeditivos para manter uma unidade visual com relação à série. Outro motivo para a série Discovery ser situada no Universo Prime é o fato dos roteiristas dos filmes ficarem livres de conexões de continuidade com a série.


— A nave será a USS Discovery NCC 1031. A base para o seu design foi a Enterprise criada por Ken Adams e Ralph McQuarrie (sim, ele mesmo,  o ilustrador famosão de Guerra nas Estrelas) para Star Trek: Planet of Titans, um filme planejado em 1977 mas não produzido.

— Em entrevista Brian Fuller mencionou que apesar da série se passar num período próximo do primeiro piloto (The Cage, 1965) os uniformes da série não necessariamente serão iguais aos já vistos, embora o uniforme venha a ter referências reconhecíveis.

— A série terá uma protagonista feminina, no cargo de Tenente Comandante. Tem sido apontados, nos sites especializados, um personagem gay e um Capitão Klingon.                                                    
http://ncc-1031.com/star-trek-discovery-female-lead/
https://observatoriodocinema.bol.uol.com.br/series-e-tv/2016/11/star-trek-discovery-tera-capitao-klingon-e-almirante-mulher-diz-site

—A protagonista da série será uma tenente-comandante interpretada pela atriz Sonequa Martin-Green conhecida por seu trabalho na série The Walking Dead.

—Inicialmente programada para estrear em Janeiro de 2017, Star Trek Discovery foi adiada para Maio por motivos de produção. Atualização en 19/Jan/2017: A CBS atualizou os fãs de que possivelmente STD sofra mais um ajuste de data de lançamento.
— A série estreará primeiro na CBS e em seguida será disponibilizada para 118 países pelos serviços de Streaming CBS All Acess, Crave Tv que atenderá o Canadá e Netflix que disponibilizará a série para o Brasil. (Nota: Todas as demais séries de Star Trek: A série Original, Nova Geração, DS9, Voyager e Enterprise já estão disponíveis via Netflix).

—A CBS liberará os episódios semanalmente, com esta determinação a empresa visa ampliar o número de assinantes ao longo da exibição da série.

—Os produtores-criadores da série são Alex Kurtzman (Roteirista e produtor associado a JJ Abrams e Roberto Orci, junto com estes criou a série FRINGE; Foi roteirista em Watchmen (2009), Star Trek (2009)  e Star Trek Into Darkness (2013) e Bryan Fuller (começou como roteirista para as séries DS9 e Voyager, foi produtor nas séries Hannibal, Pushing Daisies, ST:Voyager). O produtor Akiva Goldsman, produtor da série FRINGE (que possui várias referências ao universo Trekker e contava com Leonard Nimoy no elenco) fará parte da equipe criativa da série num cargo ainda não especificado.

—Nicholas Meyer, produtor e roteirista, diretor de ST II: A Ira de Khan e ST VI: A Terra Desconhecida e roteirista de ST IV: A Volta para Casa será um dos consultores da série.

—Rod Roddenberry, produtor, diretor e roteirista, filho do Produtor e Roteirista Gene Roddenberry (criador de Jornada nas Estrelas) e da atriz Majel Barret (Enfermeira Chapel na série original e Lwaxana Troi na Nova Geração) estará envolvido em STDiscovery como produtor executivo.



— Cada episódio terá o custo de produção de aproximadamente 6 milhões de dólares e serão filmados em Toronto (Canadá). Em 1987 os episódios de Jornada nas Estrelas A Nova Geração custavam cerca de US$ 1,3 Milhões. Os episódios da  série original tinham um custo médio de US$ 190.000. À exceção dos dois episódios piloto, o episódio mais caro na série original foi Cidade à Beira da Eternidade (US$ 250,000).

— Tony Todd está na lista final de atores selecionados para a série. Conhecido por interpretar Kurn (irmão de Worf na Nova Geração) e por participação e em DS9 e Voyager, Ton Todd teria um papel de destaque na produção independente (recentemente caçada e cancelada) Axanar.
—Michelle Yeoh, conhecida pelo filme O Tigre e o Dragão foi contratada para atuar em ST:Discovery como Capitã Han Bo, da USS Shenzhou.



— Os atores Chris Obi, Shazad Latif e Mary Chieffo estarão no núcleo pobr...Núcleo Klingon de STD.

— O produtor Bryan Fuller foi afastado da série em outubro, mas permanecerá nos créditos pois escreveu os dois primeiros episódios e a história que rege o arco desta primeira temporada. Ele mencionou no twitter que o episódio "Balance of Terror" será uma referência para a série. O episódio citado é marcado pela primeira aparição dos Romulanos e apresenta metaforicamente uma batalha entre um navio e um submarino. A inspiração para o enredo do episódio veio dos filmes O Mar é Nosso Túmulo (1956) e A Raposa do Mar (1957).

— Joe Menosky (um dos roteiristas de ST Voyager) e Kristen Beyer (autora de romances de Star Trek) estão entre os roteiristas da nova série.

—O ator James Frain interpretará Sarek, um Embaixador Vulcano de fama lendária e pai do famoso Oficial de Ciências e Primeiro Imediato da Enterprise NCC-1701, Spock. (atualizado em 19/Jan/2017)

Fica a torcida para o êxito da nova série, que mais produções de qualidade surjam com a marca e no seu rastro e que o legado de Jornada nas Estrelas continue inspirando artistas e cientistas mundo a fora estimulando-nos a ir audaciosamente aonde nenhum homem jamais esteve.














VEJA TAMBÉM:
http://laboratorioespacial.blogspot.com.br/2015/11/jornada-nas-estrelas-resumo-da-opera.html

http://www.trekbrasilis.org/