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segunda-feira, 1 de janeiro de 2018
Feliz 2018 !
Dizer "Feliz 2018 " é almejar bonança, prosperidade, saúde, paz e todas
as coisas boas e positivas, mas também é um modo de dizer: Vamos
trabalhar para trazer todas essas coisas boas. Vamos trabalhar para
melhorar a nós mesmos, vamos lutar a cada dia por um dia melhor para que
ao final de 365 deles possamos ter finalmente construído nosso "Feliz
2018".
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quinta-feira, 23 de novembro de 2017
Star Wars: Episódio Órbita
Que tal uma balada em Mos Eisley? Ou melhor, que tal trazer o ambiente da Cantina de Mos Eisley pra uma balada? Pois foi isso que a S1 Produções elaborou para celebrar a chegada do novo episódio de STAR WARS, o Ep VIII. A praia da Produtora S1 é justamente a cultura Pop e temática Nerd/Geek, então não se espante com a quantidade de atrações sintonizadas com o poder da FORÇA.
A parceria com o Órbita Bar vai levar a galera pra outra dimensão com o tema STAR WARS e o combate entre Sith e Jedi — o público está convidado a escolher seu lado usando roupas claras ou escuras ou mesmo comparecer trajado de Jedi ou Sith. Os melhores trajes vão concorrer a prêmios.A música fica por conta de 2 DJs que tocarão pop (representando o lado da luz) e o melhor do rock (para representar o lado sombrio), e a banda L2TP, que contara com os vocalistas Natasha Maciel e Jeff Pereira, fazendo o duelo Rock (Lado Sombrio) e POP (Lado da Luz) para trazer equilíbrio a festa e a Força.
Texto Laboratório Espacial sobre o Press Release
Star Wars: Episódio Órbita
Data: 02/12
Horário: 21h
Ingressos: 20 meia / 40 inteira / 30 promocional (quem
confirmar no evento)
Local: Órbita Bar - R. Dragão do Mar, 207 - Praia de Iracema
Link do evento:
Mais informações:
(85) 988396234
Link do evento:
Mais informações:
(85) 988396234
Link do evento: https://www.facebook.com/events/1898832017001046/
sexta-feira, 16 de junho de 2017
Al Rio's STAR WARS ! — A Guerra nas Estrelas de Al Rio
Al Rio, foi um desenhista brasileiro conhecido pelo traço exuberante de suas figuras femininas; integrou a primeira leva de artistas brasileiros a produzir quadrinhos para o mercado norte-americano. Chegou a desenhar Homem-Aranha, Hulk, Capitão América, Vingadores, Homem-Aranha, Wild CATS e notabilizou-se com seu trabalho em GEN 13 (Editora Image). Entre os vários trabalhos importantes de Al Rio encontramos Star Wars: Infinities — New Hope (edição 03, 04) publicado pela Lucas Books/Dark Horse em 2001. O traço de Al Rio é considerado por alguns fãs um dos mais charmosos e versáteis de sua época, infelizmente a publicação no Brasil da revista Star Wars Infinitos cometeu uma gafe terrível ao creditar erroneamente o artista.
Deslizes em revisão e créditos tem se tornado cada vez mais comuns em edições de revistas profissionais, desqualificando suas republicadoras e trazendo dor de cabeça a seus editores. Falhas assim são perdoáveis em publicações independentes onde não há profissionais remunerados para a função de revisão ou copydesk. E mesmo que o erro tenha vindo da Edição Norte-Americana é inadmissível que profissionais da área não tenham notado a mancada antes de imprimir milhares de exemplares — com isso infringindo o preceito básico de que um artista merece que seja assegurado o reconhecimento da autoria de seu trabalho. A Lei brasileira do Direito Autoral faz referência direta a isto no seu capítulo dois, artigo vinte e quatro, inciso dois: (Lei 9610/98, Cap II, Art. 24, II).
Para além do grave erro da republicadora brasileira, a revista é divertida e a arte envolvente — pelo menos no que tange aos capítulos com arte de Al Rio. A trama reinventa o filme clássico de George Lucas reposicionando personagens, alterando fatos sem estragar o charme da história original. Os leitores de quadrinhos já estão acostumados a ver o cinema reinterpretar quadrinhos clássicos, mas uma coisa curiosa nesta edição é ver os quadrinhos reinventando a história contada nas telonas. A edição é um item obrigatório para fãs de Star Wars e também para os fãs de Al Rio caso consigam relevar a gafe de ver seu artista favorito creditado erroneamente.
Álvaro Araújo Lourenço do Rio , Al Rio (1962/2012) foi ilustrador (editorial e publicitário), quadrinhista, artista plástico, animador, músico, professor de desenho e empresário. Após trabalhar com animação, ilustração e passar a integrar o primeiro time de artistas brasileiros agenciados para o mercado norte-americano produzindo quadrinhos, Al Rio montou em Fortaleza-CE uma escola de desenho e colaborou na formação e no refinamento de vários e talentosos artistas. Álvaro, como era conhecido pelos mais próximos, sempre estimulou a evolução artística de seus amigos e alunos dando dicas, conselhos, indicando trabalhos, muitas vezes contratando como assistentes de arte aqueles amigos em momentos de necessidade. Sua dedicação e força de vontade serviram (e servirão) de exemplo para muitos. Embora tenha se notabilizado com o trabalho de quadrinhos de heróis, a versatilidade de Al Rio era uma característica visível em suas ilustrações, seus quadros ou esculturas. Tendo sido um grande artista, e um grande ser humano, nunca perdeu a humildade. Sempre que alguém se mostrava impressionado pelo nível de refinamento na elaboração de seus trabalhos, ele tratava de explicar: "Eu não tenho dom: eu ralo!"
Os créditos corretos das edições originais seguidos de informações adicionais a respeito da versão original de "ST Infinitos — Uma Nova Esperança" podem ser conferidos nos links abaixo:
SW Infinity New Hope 1
SW Infinity New Hope 2
SW Infinity New Hope 3
SW Infinity New Hope 4
MAIS STAR WARS no Laboratório Espacial:
sexta-feira, 25 de dezembro de 2015
O DESPERTAR DA FORÇA - Resenha sem Spoilers!
É impossível dissociar as duas
lembranças. Eu estava lá quando A Ameaça Fantasma estreou em 1999, e fui da
euforia à decepção, alternando alguns momentos de puro deleite. 17 anos depois
tenho a oportunidade de acompanhar a estreia de outra trilogia da série Star
Wars. Mas desta vez o filme é dirigido por J.J. Abrams, um dos diretores mais
talentosos que surgiram em Hollywood nos últimos 20 anos.
Porém, nem tudo são flores. Como
já disse, o filme é excelente, mas bebe tanto da fonte do Episódio IV, lançado no
longínquo ano de 1977, que chega a ser um pouco previsível, mas nada que
atrapalhe a experiência completa do filme.
O filme tem ação, drama, aventura e humor na dose certa e gira em torno do autoexílio de uma certa personagem chave na trilogia original. Logo na abertura, com as letrinhas flutuantes, nos é revelado que a Aliança Rebelde agora é chamada de Resistência, e o império deu lugar à Nova Ordem, que também está à procura da referida personagem desaparecida. O jogo político, explorado demais na trilogia prequel, fica em segundo plano neste filme, mas está lá para os mais atentos. E apesar das duas organizações serem bem parecidas, a Nova Ordem não é o Império e a Resistência não é a Aliança Rebelde.
E o que dizer de Rey e Finn?
Daisy Ridley é simplesmente fantástica, carismática e perfeita como Rey. John
Boyega não fica atrás, mostrando que a escolha desses dois jovens foi um grande
acerto.
A apresentação das novas
personagens é plausível, assim como as ações que as unem. Nada é forçado. Temos
Poe, BB8, Finn e Rey, um quarteto carismático unido pelo acaso, bem ao estilo
Leia, R2D2, Luke e Solo. Aos poucos, elementos clássicos da trilogia original
são introduzidos, como a Millenium Falcon, e uma coisa vai levando naturalmente
à outra. Contar mais seria estragar a experiência de assistir a esse belo
filme, então vou parar por aqui e deixar que você apreciem o despertar da força
no cinema.
Tecnicamente o filme é impecável.
Os efeitos visuais estão lá, sempre presentes, mas a construção de cenários e
modelos reais de certas personagens em detrimento do uso excessivo de cenários
e personagens digitais trouxe a vida de volta a franquia. O despertar da força
bebeu da fonte da trilogia original e deixou de lado a overdose de efeitos da
trilogia prequela. Os efeitos são um complemento e não o foco.
Os sons
dos disparos, dos efeitos do sabre de luz durante as lutas, tudo está mais vivo
e intenso. E a cargo da trilha sonora está o mesmo John Willians, homem
responsável pela trilha sonora dos seis filmes anteriores, e no despertar da
força ele acerta em cheio de novo. Há inúmeros “easter eggs” no decorrer do longa, referências à personagens e
momentos clássicos do da série, principalmente do episódio IV. Os fãs mais
atentos irão se deleitar com as referências, sendo isso um atrativo a mais.
Para concluir, Star Wars: O
Despertar da Força é um filme da série Star Wars com a identidade visual e
sonora de Star Wars, perdida na trilogia prequel e magistralmente recuperada
por JJ Abrams, que fez questão de beber na fonte da trilogia original para
trazer de volta a emoção e a magia às aventuras de uma certa galáxia muito
distante.
Neste assunto:
Guerra nas Estrelas - O Resumo da Ópera: A origem e a evolução de Star Wars para leigos e fãs com direito a um infográfico irado resumindo a Jornada do Herói, estudo do mitólogo Joseph Campbel que inspirou George Lucas.
A Guerra de Cada Um: Amigos e colaboradores do Laboratório Espacial dizem o que, para eles, é mais fascinante em Star Wars. E mais um monte de curiosidades que apenas os Jedis poderão ver.
sexta-feira, 27 de novembro de 2015
A Guerra de cada um!
O homem vive em conflito e é o conflito que move o homem, que o confronta com o melhor e o pior de si, nesse contexto não há situação onde o conflito seja tão extremo quanto uma Guerra... e nenhuma é tão extrema quanto uma Guerra nas Estrelas, entre planetas, impérios, civilizações. Uma das franquias mais fortes do mundo pop, inspirando sonhos de fãs no mundo inteiro desde 1977 e alimentando contas bancárias de empresas que vão de games e produção de filmes e animações a cereais matinais e artigos colecionáveis.
Às vésperas da estreia de
uma nova produção com a marca Star Wars
— curiosamente dirigida e produzida pelo Diretor/ Produtor que revitalizou
Jornada nas Estrelas, JJ Abrams — o Laboratório Espacial reuniu um time de
colaboradores e amigos para tentar descobrir o que cada um vê de mais especial,
mais divertido ou mais instigante nesta saga espacial.
Dennis Rodrigo Oliveira: (Publicitário e
Ilustrador): Quando criança, em meados da década de 1980,
eu assisti um filme que me envolveu completamente por causa de um quadrúpede
robótico, colossal, que disparava raios laser enquanto avançava poderoso,
alheio a nevasca a sua volta ou a resistência de soldados... Eu peguei alguns
blocos de montar coloridos e tentei empilhar no formato daquela máquina
fantástica. Entre essas minhas primeiras lembranças do que, na época, era
chamado de GUERRA NAS ESTRELAS, também figura uma criatura nojenta e
impertinente que mexia como uma criança atrevida nas coisas do herói, o piloto que
tinha uma espada laser – e esse monstrinho tinha a voz sábia do respeitável
Mestre Myagui, da versão brasileira de Karatê Kid. Eu não entendia o que estava
vendo, mas sabia que era bom. Muito bom. E adorava!
No devido tempo, fui atrás
da obra, hoje chamada de “trilogia clássica de Star Wars”, e então tive clareza
do quanto àqueles filmes influenciaram a cultura pop. O Império Contra-Ataca, o
tal episódio V, ainda hoje é um dos meus filmes prediletos e, de fato me
envolveu de tal forma que é impossível resistir a qualquer coisa que
relacionada a esse universo fantástico, em que batalhas são travadas no lugar
mais distante, o limiar do céu noturno.
CURIOSIDADE JEDI (selecione com o mouse para ler): Antes de Harison Ford ser aceito como Han Solo, os artores Al Pacino, Christopher Walken, Nick Nolt, Kurt Russel e Sylvester Stallone concorreram ao papel.
CURIOSIDADE JEDI (selecione com o mouse para ler): Antes de Harison Ford ser aceito como Han Solo, os artores Al Pacino, Christopher Walken, Nick Nolt, Kurt Russel e Sylvester Stallone concorreram ao papel.
A onipresença da Força muitas vezes leva-me a crer que seu controle concerne tão somente a um profundo conhecimento da natureza de si e de outrem. Logo, o que se vê em Star Wars soa-me menos como uma retumbante batalha entre exércitos rivais ou ideologias antagônicas, que como uma representação da ambiguidade inerente à condição humana.
Mentira. O que eu gosto mesmo é dos sabres de
luz. Nada pode ser mais legal que aquilo.
CURIOSIDADE JEDI: As cenas no planeta natal de Luke, Tatooine, foram filmadas na Tunísia, algumas locações passaram a ser usadas como habitação e foram re-utilizadas nas filmages de Episódio I: A Ameaça Fantasma e Episídio VII: O despertar da Força (2015).
CURIOSIDADE JEDI: As cenas no planeta natal de Luke, Tatooine, foram filmadas na Tunísia, algumas locações passaram a ser usadas como habitação e foram re-utilizadas nas filmages de Episódio I: A Ameaça Fantasma e Episídio VII: O despertar da Força (2015).
Eudes Honorato é dono do blog Rapadura
Açucarada e fã de quadrinhos desde que se entende por gente: A
primeira vez que vi Star Wars foi na TV Manchete, no mesmo ano em que O Retorno
de Jedi estreava nos cinemas. Eu comprei o álbum de figurinhas de O Retorno
para, ao menos, ver alguma cenas pelas figurinhas, já que ninguém iria me levar
para ver o filme. Talvez o que mais me atraísse na saga fossem os efeitos especiais que eu, como criança, achava que era pura magia, literalmente falando. Todo o restante era um imenso bônus. A aventura que se desenrolava diante de mim e que eu pouco entendi ainda. Só sabia que queria mais e mais. Para quem estava acostumado a ler quadrinhos como eu, era como se fosse um gibi fantástico se desenrolando na tela da TV.
CURIOSIDADE JEDI: O único filme onde não há membros decepados é Episódio I: Ameaça Fantasma (1999). Mesmo assim Darth Maul é partido ao meio.
Fábio VP (aka Fabok), professor de Inglês,
integrante do Grupo Avançado e fã incondicional de Ficção Científica (com letra
maiúscula mesmo), em especial, Jornada nas Estrelas e Star Wars: O que
você acha mais interessante em Star Wars? O que você mais gosta ou te envolve
no Universo de Star Wars? Hum... resposta difícil.... Acho que tudo. Os
personagens, os planetas, os veículos, as batalhas, A Força... tudo em Star
Wars é fascinante. Até mesmo seu maior vilão, Darth Vader, nós amamos odiar.
É um universo que imediatamente te conquista. Você quer estar lá e vivenciar a Força como um Jedi, ou Lado Negro como um Sith e ao mesmo tempo ser o piloto adorável e quase mal caráter que salva a princesa. A melhor maneira de entender o poder que Star Wars tem é conferir aquele vídeo em que crianças bem novas (e Padawans em potencial) assistem ao trailer de O Despertar da Força. Alegria pura, fascinação e magia. É assim comigo desde 1977. Que a Força esteja com vocês!
CURIOSIDADE JEDI: Wedge Antilles é o único personagem secundário que sobrevive às batalhas da trilogia original (Yavin, Hoth e Endor). O personagem era vivido pelo ator Denis Lawson, tio de Ewan McGregor que interpreta Obi-Wan Kenobi na segunda trilogia.
É um universo que imediatamente te conquista. Você quer estar lá e vivenciar a Força como um Jedi, ou Lado Negro como um Sith e ao mesmo tempo ser o piloto adorável e quase mal caráter que salva a princesa. A melhor maneira de entender o poder que Star Wars tem é conferir aquele vídeo em que crianças bem novas (e Padawans em potencial) assistem ao trailer de O Despertar da Força. Alegria pura, fascinação e magia. É assim comigo desde 1977. Que a Força esteja com vocês!
CURIOSIDADE JEDI: Wedge Antilles é o único personagem secundário que sobrevive às batalhas da trilogia original (Yavin, Hoth e Endor). O personagem era vivido pelo ator Denis Lawson, tio de Ewan McGregor que interpreta Obi-Wan Kenobi na segunda trilogia.
Fernando Lima (Jornalista e Cartunista, Editor do Site Armagem.com, criador do personagem Fantasma Escarlate e da tira Mabel): A estreia de Guerra nas Estrelas, em 1977, no cinema foi indiscutivelmente um marco. Eu adorei o filme, é claro, mas mais felicidade viria depois. O sucesso estrondoso fez com que filmes de ficção científica entrassem na lista do “é isso que devemos produzir para ganhar dinheiro” dos estúdios.
Pipocaram desde cópias descaradas de baixo
orçamento, que começavam a plagiar do título, como Battle Beyond the Stars
(Mercenários da Galáxia - 1980), até séries de TV como Battlestar Galactica
(1978) e Buck Rogers no Século 25 (1979), com um design que remetia,
claramente, à obra de George Lucas e eu amei tudo isso.
Até a Disney, atual detentora da franquia,
flertou com o estilo, no filme O Buraco Negro de 1979 e os haters que me perdoem
(ou não — haters gonna hate), mas Jornada nas Estrelas deve seu renascimento,
em grande parte, ao sucesso do primeiro Guerra. Por tudo isso não tem como não
desejar à franquia uma vida longa e próspera e que a força esteja sempre com
ela.
CURIOSIDADE JEDI: A Disney pretende remover de seu catálogo todos os produtos e imagens relacionadas a "Slave Leia", a Princesa Leia na versão prisioneira que aparece no Retorno de Jedi (1983).
JJ Marreiro (Editor do
Laboratório Espacial, criador dos personagens Mulher-Estupenda, Beto Foguete e da Tira Lucy & Sky): O que me chama mais atenção em Star Wars é o
conceito da Força. A Saga inteira é rica em metáforas, e o drama, embora
novelesco, é bem administrado, mas são os Jedis e sua luta contra o mal
exterior (e interior) que me provocam maior empatia.
A ideia de uma Força que permeia todas as coisas vivas do universo, o misticismo, a associação com a disciplina rígida dos samurais (e dos monges) e a noção de que os fenômenos do universo podem ser pensados por outros prismas que não o científico.
CURIOSIDADE JEDI: O comunicador de Qui-Gon Jinn em A Ameaça Fantasma (1999) é na verdade um aparelho Gillete Sensor Excel Feminino.
Lancelott Martins (Escritor, Pesquisador, Editor do blog HQQuadrinhos): Somente quem nasceu entre os anos 60 e 70 estão no clube dos aficionados pela série... Parece presunção? Não é!? Mas eu assistí STAR WARS/77, O IMPÉRIO CONTRA-ATACA/80 e O RETORNO DE JEDI/83 e por si só, ali tudo me encantou, cada personagem, cada frase, cada instante da película que ainda hoje me deixa naqueles dois sois que o Luke olhava... Não tem uma “mais legal”, porém TUDO isto me move e me liga aos devaneios de um verdadeiro cult. Depois, não contente, sorvi tudo das séries animadas, que expandiram ainda mais os detalhes da saga, personagens e outras neuras... STAR WARS, para mim é um como um doce que se prova e cada vez, rememora-se!
CURIOSIDADE JEDI: Nos episódios VI (1977) e V(1980), Luke Skywalker usa um Sabre de luz azul, herdade de seu pai. No episódio VI (O Retorno de Jedi, 1983) o Sabre que ele usa é verde. Neste filme há uma cena de batalha ao ar livre o George Lucas achou que o Sbre precisava dar um maior contraste com o ceú azul, por isso a cor do Sabre de Luz de Luke foi mudada para verde no Retorno de Jedi.
A ideia de uma Força que permeia todas as coisas vivas do universo, o misticismo, a associação com a disciplina rígida dos samurais (e dos monges) e a noção de que os fenômenos do universo podem ser pensados por outros prismas que não o científico.
CURIOSIDADE JEDI: O comunicador de Qui-Gon Jinn em A Ameaça Fantasma (1999) é na verdade um aparelho Gillete Sensor Excel Feminino.
Lancelott Martins (Escritor, Pesquisador, Editor do blog HQQuadrinhos): Somente quem nasceu entre os anos 60 e 70 estão no clube dos aficionados pela série... Parece presunção? Não é!? Mas eu assistí STAR WARS/77, O IMPÉRIO CONTRA-ATACA/80 e O RETORNO DE JEDI/83 e por si só, ali tudo me encantou, cada personagem, cada frase, cada instante da película que ainda hoje me deixa naqueles dois sois que o Luke olhava... Não tem uma “mais legal”, porém TUDO isto me move e me liga aos devaneios de um verdadeiro cult. Depois, não contente, sorvi tudo das séries animadas, que expandiram ainda mais os detalhes da saga, personagens e outras neuras... STAR WARS, para mim é um como um doce que se prova e cada vez, rememora-se!
CURIOSIDADE JEDI: Nos episódios VI (1977) e V(1980), Luke Skywalker usa um Sabre de luz azul, herdade de seu pai. No episódio VI (O Retorno de Jedi, 1983) o Sabre que ele usa é verde. Neste filme há uma cena de batalha ao ar livre o George Lucas achou que o Sbre precisava dar um maior contraste com o ceú azul, por isso a cor do Sabre de Luz de Luke foi mudada para verde no Retorno de Jedi.
Natália Soares (publicitária, web designer, ilustradora e desenhista): Queria ter assistido o Star Wars na sequência IV, V e VI, mas meu irmão disse que o III é o melhor daí eu estraguei toda a surpresa do filme. Já sabia quem era Anakin, Luke e Leia...
De qualquer forma, o meu favorito se tornou o V "o Império Contra Ataca" pela união entre os irmãos e pelos treinos do Luke para se tornar Jedi. Gosto de todos os conselhos do Yoda e meu personagem favorito é o C3PO.
CURIOSIDADE JEDI: Na trilogia original Darth Vader é interpretado por três atores: James Earl Jones (voz), David Prowse (corpo) e Sebastian Shaw (rosto). Inicialmente Orson Welles (Cidadão Kane) dublaria Darth Vader, mas George Lucas achou sua voz conhecida demais e o substituiu por James Earl Jones.
De qualquer forma, o meu favorito se tornou o V "o Império Contra Ataca" pela união entre os irmãos e pelos treinos do Luke para se tornar Jedi. Gosto de todos os conselhos do Yoda e meu personagem favorito é o C3PO.
CURIOSIDADE JEDI: Na trilogia original Darth Vader é interpretado por três atores: James Earl Jones (voz), David Prowse (corpo) e Sebastian Shaw (rosto). Inicialmente Orson Welles (Cidadão Kane) dublaria Darth Vader, mas George Lucas achou sua voz conhecida demais e o substituiu por James Earl Jones.
Ricardo Quartim (Jornalista especializado em
Quadrinhos e Cultura Pop, COlaborador da Revista Mundo dos SUper-Heróis, Produtor e Editor do DROPS Ricardo Quartim
no Youtube): O ano era 1977. Eu tinha 12 anos de idade. O filme que iríamos assistir aquela tarde era o comentadíssimo Guerra nas Estrelas de um tal George Lucas que eu nunca tinha ouvido falar. Não fazia nem ideia do impacto que aquele espetáculo iria me causar.
Para quem estava acostumado com os filmes de ficção científica daquela época, ver aquela sucessão de imagens tecnológicas, lasers fulminantes, rápidos e não aqueles raios lentos dos outros filmes! Naves espaciais com um design futurista voando na velocidade da luz ao invés dos foguetes que conhecíamos! O sabre de luz que substituía as arcaicas espadas! As batalhas alucinantes! Tudo isso era absolutamente inédito para mim! Aquela foi uma das maiores experiências de minha vida. E até hoje me emociono ao ouvir os acordes da música de John Williams!
Daquele dia em diante o mundo tornou-se diferente! E dividiu-se em antes e depois de Guerra nas Estrelas! Um mundo onde a ficção científica tinha realmente se tornado realidade! O mundo de Star Wars!
Para quem estava acostumado com os filmes de ficção científica daquela época, ver aquela sucessão de imagens tecnológicas, lasers fulminantes, rápidos e não aqueles raios lentos dos outros filmes! Naves espaciais com um design futurista voando na velocidade da luz ao invés dos foguetes que conhecíamos! O sabre de luz que substituía as arcaicas espadas! As batalhas alucinantes! Tudo isso era absolutamente inédito para mim! Aquela foi uma das maiores experiências de minha vida. E até hoje me emociono ao ouvir os acordes da música de John Williams!
Daquele dia em diante o mundo tornou-se diferente! E dividiu-se em antes e depois de Guerra nas Estrelas! Um mundo onde a ficção científica tinha realmente se tornado realidade! O mundo de Star Wars!
CURIOSIDADE JEDI: A raça de Yoda nunca foi citada nos filmes e originalmente o poderoso Mestre Jedi seria interpretado por um macaco usando uma fantasia.
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Como você pode ver cada
pessoa tem suas preferências e sua visão deste universo incrível. E você?! O que é mais legal em Star Wars na sua
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no Laboratório Espacial que tem muita coisa bacana por aqui. Aproveite para ler também Guerra nas Estrelas O Resumo da Ópera, uma matéria que resume os filmes e mostra a estrutura da Jornada do Herói em infográficos bem divertidos.
Trailer Oficial - Star Wars: O Despertar da Força on Disney Video
De Diêgo Silveira Maia
De Eudes Honorato: RAPADURA AÇUCARADA
De Fernando Lima: ARMAGEM.COM
De Lancelott Martins: HQquadrinhos
De JJ Marreiro: ARMAGEM.COM
De Natália Soares: DE TUDO QUE EU AMO
De Ricardo Quartim, o Super-Herói da notícia: DROPS RICARDO QUARTIM
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