sábado, 26 de março de 2016

Por que o Batman é tão Legal?! (por Dennis Oliveira)



Enumerar os motivos que fazem o Batman legal definitivamente não é tarefa fácil. Cada fã, criança ou adulto, magro ou gordo, alto ou baixo... cada um pode dar uma razão para estimar e admirar esse personagem quase unânime que está entranhado no coração da cultura pop há décadas. Batman é legal por isso e muito mais.

Mas ele encontra detratores? Gente que não o considera legal? Sim, claro. Estranho seria se não encontrasse, certo? Aí sim teria algo errado... E ao longo de seus mais de 75 anos, Batman fez coisas heroicas e impopulares, talvez na mesma medida, e, talvez, exatamente por isso ele seja legal. Quando Batman foi líder dos Renegados, nos idos dos anos 1980, seus colegas super-heróis tinham dificuldades em relação a sua postura rígida, mas anos depois, quando estes mesmos personagens enfrentaram a truculência do então novo Batman, Jean Paul Valley, e a comparação veio à tona e Katana concluiu “o Batman que eu conheci era nobre”. Ele era legal.

Batman tem equipamentos legais. Um mordomo legal. Um parceiro legal. Um uniforme legal. E até vilões, digamos, legais. Generalizar é chato, mas ouso supor que todo mundo que leu uma de suas histórias tem aquela que considera a mais legal – acredite, alguns personagens não gozam desse prestígio. E tem gente que acha o Batman legal até sem conseguir explicar direito. É quase como que se ele fosse legal e pronto. Mas nada, nenhum personagem é tão simples.

Talvez Batman seja legal por ser capaz de palpitar em cada um o exemplo do que é ter uma vontade a mais na hora de lutar pelos nossos objetivos, pois sua força de vontade é inegável. Admita, seria legal vencer a preguiça e ir à academia no mínimo com alguma regularidade, certo? Pois é isso que o Batman representa, alguém que supera a preguiça e qualquer outro limite em prol de um objetivo, de um ideal. Não é legal ser assim?

Outra coisa muito legal no Batman é que ele é possível. O zênite de ambição e fortitude humanas é possível! Isso é muito admirável e legal, mas está longe de ser algo fácil. E, insisto, talvez por isso, seja tão legal.


  




















VEJA TAMBÉM:
http://laboratorioespacial.blogspot.com.br/2016/04/porque-o-superman-e-tao-legal-por.html


https://www.youtube.com/watch?v=1cXbcs4AT-I&feature=youtu.be
http://laboratorioespacial.blogspot.com.br/2015/09/batwest-um-improvavel-cavaleiro-das.html
 http://laboratorioespacial.blogspot.com.br/2015/11/os-renegados-volume-um-por-dennis.html

terça-feira, 22 de março de 2016

Roteiro e Preconceito (por JJ Marreiro)





“Futebol é uma caixinha de Surpresas” e “Em clássico não há favorito” são máximas do futebol. Máximas, axiomas, adágios ou ditados, dá no mesmo. Uma sentença razoavelmente racional cuja lógica é tão evidente que a torna socialmente aceita sem polêmica. Aqueles que já viram entrevistas ou depoimentos de Osamu Tezuca, Maurício de Sousa ou Stan Lee possivelmente já tiveram contato com esta máxima dos quadrinhos: “A coisa mais importante numa História em Quadrinhos é a História”.

E é mesmo. Tanto que em Português a palavra História vem antes de Quadrinhos na própria denominação das HQs.Uma capa bonita pode vender uma revista, mas uma história bem contada é que vai garantir que o leitor queira colecionar a revista e acompanhar a jornada dos personagens.



 Assim como existem máximas que tem um poder lógico forte e evidente existem dogmas e preconceitos que se perpetuam por falta de análise crítica e denotam preconceito e desinformação (ou mera imbecilidade). Por exemplo: “O Brasil não tem bons roteiristas de HQ”.

Normalmente essas sentenças são proferidas por quem não conhece o trabalho de André Diniz, Alexandre Lobão, Alexandre Nagado, Anita Costa Prado, Ataíde Braz, Danilo Beiruth, Daniel Esteves, Fernando Lima, Flávio Colin, Flávio Teixeira, Gian Danton, Júlio Emílio Braz, Laudo Ferreira Jr, Leonardo Santana, Leonardo Melo, Marcelo Marat, Marcelo Cassaro, Roberto Guedes, Wellington Srbek ou Wilde Portela (pra manter uma lista curta e já pedindo desculpas pelos excelentes escritores que ficaram de fora desta citação). É possível pensar que um estúdio como o de Maurício de Sousa esteja no mercado a mais de 50 anos sem bons roteiristas?


Generalizações tendem a ser odiosas porque tendem ao preconceito e o preconceito anda de mãos dadas com a desinformação. Então, é possível falar mal de roteiristas brasileiros? Sim, claro! Mas tachá-los de ruins simplesmente porque não estão disseminados nas bancas ao lado dos títulos importados da DC e Marvel é no mínimo falta de visão. O espaço do quadrinho brasileiro é outro, o cenário é outro, a realidade é outra! Conhecemos Allan Moore, Neil Gaiman, Garth Ennis simplesmente porque eles são publicados regularmente em revistas que possuem boa distribuição e com personagens e marcas que possuem tradição e solidez. Isso é muito mais do que se pode dizer de 90% de qualquer quadrinho nacional.

Outra crítica comum, e igualmente descerebrada que surge nesse contexto: "O Brasil não tem um Allan Moore ou um Neil Gaiman". Reflita: O Brasil precisa mesmo de um Allan Moore? De um Neil Gaiman ou de um Mark Millar? Ou o Brasil precisa de um autor que seja ele mesmo, por ser ele mesmo, sem precisar copiar os trejeitos, gags, recursos e soluções de um gringo? Ou, melhor ainda: será que o necessário de fato não seriam publicações sólidas e regulares onde vários autores pudessem mostrar seu potencial enquanto são remunerados condignamente por isso?

Não dá pra comparar a quantidade de quadrinhos publicados por DC ou Marvel ou Bonelli com a quantidade minguada da produção nacional. Se há bons escritores nos Estados Unidos, Europa ou mesmo Japão, dada a quantidade absurda de títulos— esteja certo — se há bons escritores lá, há também péssimos escritores que não ganham fama por aqui simplesmente porque não são publicados fora do mercado de seus países. Antes de encerrar: É necessário combater essa postura ridícula de que só o que é de fora é bom, isso nega a competência do brasileiro em qualquer área.

Se você não quer parecer um idiota completo, tente não “expelir” por aí esse dogma imbecil de que o Brasil não tem bons roteiristas. Tudo que você vai conseguir com isso é mostrar pras pessoas que você não sabe NADA sobre quadrinhos brasileiros.

MAIS:
Complexo de Vira-Lata 
Roteiro de Quadrinhos (Blog com dicas, entrevistas e matérias sobre a produção de roteiros para HQS. Por Gian Danton)
Resenha do Livro Como escrever Quadrinhos

http://jjmarreiro.blogspot.com.br/2013/11/jj-marreiro-profile.html


http://roteiroquadrinhos.blogspot.com.br/

http://laboratorioespacial.blogspot.com.br/2015/08/de-gian-danton-como-escrever-quadrinhos.html

sábado, 12 de março de 2016

O REGRESSO em uma breve análise (por Diêgo Silveira)


The Revenant proporciona uma experiência como há tempos não assistia-se na telona: A de uma megaprodução situada em um ambiente similar ao velho-oeste americano. Em que isso implica?

As amplas, ermas e gélidas paragens do norte (ambiente pelo qual, como no oeste, arrastaram-se muitos pioneiros) ditam o tom soturno da narrativa. The Revenant, entretanto, não baseia-se em um conflito entre o homem e as intemperanças comuns àquela ou qualquer outra região do período da expansão americana. Tampouco nos fala sobre a diferença de forças entre um homem e um urso. Não é sobre um homem contra a natureza, mas sobre o homem que se revela lobo do próprio homem.

Ora, seria então somente a volta aos grandes espaços (fascinantes) o diferencial do filme? De fato, como tantas outras, a trama consiste em falibilidade e traição, resultando em mais uma jornada motivada por vingança e redenção, com direito a desenlace, inevitavelmente, trágico. Porém há algo além disso.

Algum cinéfilo, talvez, conjeturaria sobre a abrangência dos planos, ou em como foram resolvidas determinadas sequências (eu, particularmente, gostei muito dos trechos nos quais ele é perseguido pelos índios). Todavia, arrisco afirmar que, em meio a tudo isso, assoma o nível de má sorte (?) do personagem.

Digo “má sorte” e não azar, pois, apesar dos reveses, muito foi realizado pelo protagonista. Entretanto quem já viu o filme há de convir: Há pelo menos duas cenas ali que levam o nível de dor do personagem de trágico a cômico (com direito a risadas de boa parte da plateia, a menos na sessão que presenciei). O fato é que o personagem sofre pra burro… ou pra urso.

Se isso, eventualmente, confronta o espectador com os limites entre tragédia e comédia, de modo a, em determinadas cenas, comprometer o processo de imersão, empurrando a audiência para fora do filme (aconteceu comigo), por outro lado foi algo pontual.

Durante a maior parte das cenas, sente-se a rudeza do ambiente e da situação. Compartilha-se da determinação do personagem em, mais do que sobreviver, cumprir com seu objetivo. E, sobretudo, tem-se a certeza de que o oeste selvagem não está morto. Eternizado pela História, pela Ficção e por mais essa obra, o espírito do Western resiste, muito ou pouco, no íntimo de todo homem dotado de autodeterminação. O filme representa um retorno a isso. The Revenant é um Regresso ao Oeste.





MAIS:
The Revenant - Leonnardo DiCaprio Hugh Glass True Story
O cara vestido de urso que atacou Leonardo DiCaprio


sábado, 27 de fevereiro de 2016

Os OVNIS estão sobre nós!


Que eles estão povoando os livros, filmes, séries de tv, animação e quadrinhos todos nós já sabemos. Que eles são um elemento forte na cultura popular do mundo todo, inclusive relacionados com fatos históricos (verídicos ou não) nós também sabemos. Então nada mais justo do que levantar algumas considerações traçando um pequeno paralelo entre a mitologia e a realidade dos fatos, embora a própria realidade seja uma caixinha de surpresas e todos tenhamos, até aqui, dado o melhor de si para chegar a um bom resultado.

1) Em primeiro lugar: UFOLOGIA NÃO É FICÇÃO CIENTÍFICA! Ufologia ,  termo derivado de UFO - Unidentified Flying Object, é o termo aplicado à disciplina que investiga Objetos Voadores Não Identificados (OVNIs). Note, se você vê algo pairando no céu e não consegue saber sua procedência, trata-se, para você, de uma "coisa voando que eu não sei o que é", ou seja: um Objeto Voador Não Identificado. O grande equívoco do uso dos termos Ufo e Ovni deriva de que muita gente chama naves alienígenas de UFO e OVNI. Ora! Se o observador já entende que o objeto trata-se de uma nave extra-terrena, tal objeto NÃO é mais um "Objeto Não Identificado".  Próximo equívoco: achar que tudo que está no céu e não é identificado pelo observador É uma nave extraterrestre. Balões meteorológicos, aviões experimentais, helicópteros, satélites, fenômenos ópticos diversos, defeitos ou manchas no equipamento de observação (inclusive nos olhos do observador) podem ser facilmente chamados de OVNIs. Hierarquicamente : Nave Extraterrestre é a última (e menos crível) classificação para definir um OVNI. Menos crível porque requer uma quantidade de provas e fatos observáveis que comprovem esta designação. Não é objetivo deste texto desqualificar a observação de naves, mas explorar um pouco o assunto e instigar sua própria investigação sobre o tema. Então encerrando o primeiro tópico: Ufologia não é Ficção Científica (embora seja uma rica fonte de influencia) porque a Ficção Científica pertence ao campo da literatura imaginativa, enquanto a Ufologia pertence ao campo da investigação de fenômenos.

2) Nosso segundo tópico: Os Ovnis estão entre nós? Resposta: SIM! Todas as vezes que, olhando para o céu, vemos algo que não conseguimos definir, podemos, na nossa concepção designar de Ovni. Entretanto, como já vimos, devemos investigar um pouco mais antes de afirmar tratar-se de uma nave.

3) Existe uma relação entre o sobrenatural e os Ovnis? Sim! Nós,
os seres humanos, estabelecemos esta relação. Isto é útil para uma investigação fenomenológica? Não. O tema é apaixonante, instiga nossa imaginação, atiça nosso desejo de não estarmos sozinhos no universo, e se ele é infinito, seria um desperdício ser ocupado apenas pelos habitantes deste nosso planetinha azul. Esse nosso desejo de querer tocar o intangível, de querer olhar o cerne dos mistérios universais, essa nossa sanha de crer nesta grande complexidade, de querer enxergar o mínimo que seja dentro de um grande enigma cósmico, move alguns a investigá-lo e, a outros, fragiliza pois esta crença e esta vontade de crer é o combustível perfeito para a exploração dos charlatões e dos sensacionalistas.

E não é fácil desmascarar o charlatanismo nestes tempos onde a riqueza de informações está aí ao alcance de todos, cheia de releituras e reinterpretações que podem fundamentar qualquer crença: desde os que acreditam que o homem não pisou na lua aos que dizem que a terra é plana: Todos apresentam provas incontestes.

A exploração comercial da credulidade não é uma prática nova. Livros apresentando argumentos e especulações intermeadas de fatos históricos e factoides são fascinantes e atrativos. Existem editores focados neste mercado há bastante tempo, e o livro, em si, é uma plataforma nobre dotada de uma respeitabilidade inerente, por isso muita gente se deixa levar pelo simples argumento de que "tal fato foi publicado no livro tal da editora tal". Livros também mentem, livros também são passíveis de veicular inverdades: livros são veículo para qualquer tipo de discurso ou conteúdo.

4) O Governo sabe a verdade? De acordo com os defensores da Teoria  da Conspiração não há dúvidas quanto a isto. De modo mais sóbrio, entretanto, é possível afirmar o seguinte: Os Governos (de diversos países) possuem grande quantidade de informações de diversas ordens  que não estão acessíveis aos cidadãos. Alguns governos não conseguem manter segredo da própria corrupção, guardar informações sobre OVNIS neste tipo de cenário mostra-se ainda mais complicado. No Brasil se houvesse alguma prova objetiva de contato extraterrestre isto já teria sido usado como cortina de fumaça para abafar alguns desses diversos escândalos de corrupção aos quais, como brasileiros, estamos tão acostumados.








5) A Verdade está lá fora? Sim. A verdade está no espaço, mas depende de equipamentos de observação refinadíssimos e de métodos de avaliação extremamente criteriosos e financiamentos paquidérmicos, mesmo assim é bom salientar que a verdade sempre foi editada pelos detentores do poder. A verdade dos fortes é sempre mais poderosa que a verdade dos mais fracos, mas não nos custa desconfiar.

Considerações sobre vida extra terrestre feitas por um dos mais respeitados cientistas do nosso tempo, o fã de Jornada nas Estrelas, Stephen Hawking"A Terra surgiu há 4,6 bilhões de anos e era provavelmente quente demais durante aproximadamente o primeiro bilhão de anos. Então a vida apareceu na Terra dentro do meio bilhão de anos em que era possível, o que é um tempo muito curto comparado aos dez bilhões de anos de tempo de vida de um planeta do mesmo tipo que a Terra. Isso sugere que a probabilidade de aparecimento de vida é razoavelmente alta. (...) No entanto, nós ainda não fomos visitados por alienígenas. Eu estou descartando os relatos de OVNIs. Por que eles apareceriam apenas para loucos e esquisitos?" Este depoimento é de 2008 e o link para o vídeo completo está abaixo da matéria. O cientista leva em conta as tentativas de captação de sinais de rádio e transmissões semelhantes para deduzir que no raio de alcance desses medidores não existem transmissões que indiquem uma civilização em nossa galáxia em estágio de evolução semelhante ao nosso. Em um depoimento ao Discovery Channel: "A vida biológica seguramente existe em muitas partes do Universo. Além da superfície planetária, poderia se encontrar nos núcleos de estrelas e nos espaços cósmicos em forma de nuvens de microorganismos".



Em outra oportunidade Stephen Hawking declarou: “Podemos não saber muito sobre extraterrestres, mas sabemos sobre os humanos. O contato entre os humanos e outras criaturas menos inteligentes tem sido desastroso e os encontros entre sociedades avançadas e primitivas tem sido péssimo para os menos avançados”. Em oposição ao pessimismo de Stephen Hawking , Ann Druan, Diretora Executiva da Cosmos Studies e consultora da NASA declarou:" “Podemos chegar a um período no nosso futuro onde superamos a nossa bagagem evolutiva e evoluímos para nos tornarmos menos violentos e míopes. A minha esperança é que as culturas extraterrestres não sejam só tecnologicamente mais avançadas, como também mais conscientes da raridade e da preciosidade da vida no cosmos”.

Concorda? Discorda? Muito pelo contrário? Amplie o debate, deixe links e informações adicionais nos comentários. O Laboratório Espacial agradece sua participação.

MAIS:

http://laboratorioespacial.blogspot.com.br/2013/04/ufos-hqs.html
Eric Von Daniken, Deuses Astronautas: A farsa:

Neil Degrasse Tyson: Vida no Universo

domingo, 21 de fevereiro de 2016

Tiras: Tamanhos e proporções!

























Uma Tira é uma História em Quadrinhos curta. Embora possua um caráter "simplificador" esta conceituação lança alguma luz sobre os laços que unem as tiras e as histórias em quadrinhos. Por seu caráter objetivo e pela velocidade de leitura, a tira é de fácil assimilação para diversos públicos, tendo nascido nos jornais e migrado ao longo dos anos para livros, revistas, álbuns, posteres, material didático e publicitário. As tiras de humor que veiculam piadas curtas são as preferidas no gosto popular, mesmo que possam explorar qualquer gênero.




Uma dúvida comum que surge no início do trato com criação de tiras é: "Que tamanho devo desenhar minha Tira?". Bem, vamos lá. O tamanho mais tradicional é o 9cm de altura por 29cm de largura. Há variações que podem surgir dependendo do cliente, dependendo do veículo ou do suporte que receberá a tira. É importante analisar esses fatores antes de iniciar a produção porque a variação de tamanhos e proporções podem impedir sua publicação ou - no mínimo - gerar retrabalho.



É sempre bom lembrar que a padronização dos tamanhos e formatos funcionam para organizar visualmente sua produção e seu portfólio, além disso ajudam a trabalhar melhor em projetos já estabelecidos (no caso das produções de linha como Turma da Mônica, Turma do Xaxado etc). Aqui deixamos algumas dicas de tamanho levando em conta a proporção para o desenho em A4. As tiras destes e de outros personagens, bem como outros formatos e tamanhos você encontrará nos links ao final desta postagem.


LINKS:
Cartoons & Comics Syndicates
Go Comics Syndicate
Syndicated Comic Strips
Creators Syndicate
Kingfeatures Syndicate
Turma do Xaxado
CENTRAL DAS TIRAS
Blog do GUABIRAS
Tiras no ARMAGEM
Como são as Tiras no Japão?

Tiras só com Balões (Marcelo Saravá)

EM DESTAQUE: 

Sobre Tiras (Dica de Produção)

 

https://www.tutoriart.com.br/download-fontes-gratis-para-baloes-de-dialogo-em-quadrinhos-comics/ 

 

 http://laboratorioespacial.blogspot.com.br/2016/02/sobre-tiras.htmlhttp://laboratorioespacial.blogspot.com.br/2017/05/dicas-para-montar-e-apresentar-um.html 

 
http://laboratorioespacial.blogspot.com/2018/05/dicas-de-producao.html