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segunda-feira, 11 de março de 2019

Action Comics Especial





















Em 2018 o Homem de Aço completou 80 anos de sua primeira publicação. Para comemorar, a DC lançou uma edição especial da Action comics, a revista na qual o personagem estreou (lançada agora aqui pela Panini). Além da data, mais um ponto interessante: é a revista de número mil, provavelmente o único gibi a alcançar essa marca. (Nota do Laboratório: Levando em conta que a revista Detective Comics está se aproximando desta marca, certamente trata-se de um dos poucos a alcançar esta numeração. Vale lembrar também que um dos membros desse clube seleto é sem dúvida o Pato Donald cuja revista no Brasil passou da numeração 2400).

Action comics Especial é um mix de histórias curtas realizadas por diversos roteiristas e desenhistas conhecidos. É uma equipe única, mas de resultado variável. Há HQs muito boas, algumas boas, algumas poucas medianas e uma realmente ruim.
A fina flor dessa edição é “Terra da ação”, com roteiro de Paul Dini (os mesmos dos desenhos animados da DC da década de 90), lápis de José Luís Garcia-López e arte- final de Kevin Nowlan. A história reconta a trajetória do personagem, brincando com sua mitologia. E o desenho é simplesmente lindo, digno de ser apreciado com lupa. São apenas cinco páginas, mas suficientes para valer a edição. 




















Há histórias que não têm tramas, são apenas reflexões sobre ou do personagem. Um bom exemplo é “Carro”, de Geoff Jons e Richard Donner com desenhos de Oliver Coipel, que homenageia a primeira história do personagem e o mostra como justiceiro social que ele era nas primeiras HQs. Já “Do amanhã”, de Ton King e arte de Clay Mann segue o mesmo caminho com resultados bem medianos.
A pior história do volume é “A verdade”, de Brian Michael Bendis e arte de Jim Lee. Bendis apresenta do nada um personagem super-poderoso, capaz de matar o homem de aço (como se já não tivéssemos visto isso na morte do Super-homem) 
(Nota do Laboratório: O vilão chamado Rogol-Zaar rendeu piadas entre os fãs brasileiros devido a cacofonia em seu nome). Em meio à briga dos dois e tentativas mal-sucedidas da Super-moça de interferir no conflito, diálogos “descolados” e deslocados de duas moças sobre a cueca do Super-homem. É uma história que destoa de todo o resto do volume. Aí, na última parte descobrimos que essa história é apenas um trecho de uma HQ da nova fase do personagem.


























Para promover essa nova fase, a DC resolveu colocar uma arte de Jim Lee como capa. No final, uma galeria de capas alternativas mostra pelo menos umas dez capas muito superiores, como destaque para as de Steve Rude, Gabrielle Dell´Otto, Stanley Artegerm Lau e até o brasileiro Felipe Massafera.
(Nota do Laboratório: O próprio Jim Lee apresentou uma arte mais arrojada tanto na edição capa dura quanto em uma das capas variantes. Aliás é importante registrar que "capas variantes" constituem acima de qualquer coisa um artifício de vendas. Foram cerca de 50 capas alternativas e antes do lançamento os varejistas norte-americanos poderiam encomendar capa com um artista específico constando aí 3000 exemplares exclusivos desta capa para a loja).
















IDEIAS DE JECA TATU (blog de Gian Danton)

http://roteiroquadrinhos.blogspot.com/











VEJA TAMBÉM:
http://laboratorioespacial.blogspot.com.br/2016/04/porque-o-superman-e-tao-legal-por.htmlhttp://laboratorioespacial.blogspot.com.br/2016/03/porque-o-batman-e-tao-legal-por-dennis.html 
http://laboratorioespacial.blogspot.com/2016/04/porque-mulher-maravilha-e-tao-legal-por.html

 

sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

Analisando a Capa de Supeman VS The Amazing Spider-Man




O desenho apresenta o óbvio: Super-Homem e Homem-Aranha na iminência de um conflito épico. Nem tão evidentes, entretanto, são as motivações do conflito. Ao fundo, o autor do leiaute faz a opção por representar a extensão do campo de batalha no qual se desenrolará o embate. Portanto, os elementos que compõem este belo trabalho são os dois heróis supracitados e uma densa metrópole. Posto isso, vejamos como são arranjados, magistralmente, esses componentes.

O título dispensa detalhamento por não integrar o desenho original, porém convém observar que ele figura em um fundo branco, o que dá uma ideia de amplitude, na medida em que transforma tudo o que consta abaixo em uma só massa composicional.




Os contendores (Super e Spidey) preenchem uma porção generosa da imagem. Talvez mais de um terço da porção horizontal. Centralizados de esquerda à direita, as silhuetas dos personagens geram uma sinuosidade, um movimento fluido nessa área. Nisso se destacam os contornos curvos combinados com as poses dos personagens.

Abaixo, no último terço horizontal da página, figuram vários blocos de prédio em perspectiva aérea. Dois desses blocos com perspectiva ou pontos de fuga distintos, o que, ao tempo que torna mais verossímil a representação da urbe, gera também uma dinamização na imagem. O mesmo argumento se aplica ao contorno superior da cidade (a orla) que, sendo curva e acidentada (como uma orla de fato o é), rompe com o padrão de linhas retas comuns aos prédios e enriquece a capa com mais um pedrão de movimento.

Unindo o centro e a parte de baixo da capa, há uma antena, em franca diagonal, acentuando a profundidade como também a sensação de queda. Metaforicamente, em termos de argumento/discurso, poderíamos teorizar se não seria essa antena uma forma de ligar o conflito sobre-humano aos interesses dos espectadores terrenos que a tudo assistiam ali debaixo.




Especulação à parte, a capa em questão assoma dentre outras não só por apresentar o primeiro encontro de dois dos personagens fictícios mais famosos do mundo, como também pela harmonização de grandes conceitos da composição, perspectiva e proporção.

Faz-se por bem prestar una menção honrosa para as cores onde as primárias nos uniformes são o primeiro plano e as cores secundárias como violeta e laranja ocupam o cenário de fundo, entre ambas o cinza, que segundo alguns autores é um valor neutro e não uma cor. E esta neutralidade aparece justamente entre os dois planos. Talvez estes comentários possam parecer simplistas dada a quantidade de elementos que poderiam ser analisados. Sim, pois muito ainda pode ser dito sobre a riqueza de detalhes que se encontra neste trabalho. Detalhes que, numa primeira e breve leitura, escapariam até mesmo à visão de raio x do mais capaz dos jornalistas.




Nota do Editor: Este crossover está entre um dos mais memoráveis encontros ou batalhas de Super-Heróis de todos os tempos. Os dois personagens mais populares das masters DC Comics e Marvel Comics. O design inicial da capa foi feito pelo então Editor Carmine Infantino, depois de várias idas e vindas e avaliações por parte de ambas editoras (Marvel e DC) o resultado final teve arte de Ross Andru e Neal Adams com arte final de Dick Giordano (nos personagens) e Terry Austin (Cenários).

MAIS:
Sups x Spidey Carmine Infantino at his Best
Sups x Spidey cover
Super Hero Covers 
Arte de Diêgo Silveira

https://herocover.blogspot.com.br/


sábado, 2 de abril de 2016

Por que o Superman é tão Legal? (por Ricardo Quartim)


Desde que me conheço por gente sempre gostei do Superman. Quando era pequeno, entre os três e cinco anos de idade, meus heróis preferidos eram Batman e Superman. Não havia preferência, tinha até o uniforme dos dois. E isso não mudou muito. Ainda hoje ambos são meus preferidos junto com Capitão América, Homem Aranha e Conan.
No entanto, apesar de ter admiração igual pelos cinco, me identifico muito com o Superman. E por quê?

Durante a infância e parte da adolescência, o que me impressionava no Homem de Aço eram os poderes e a aparência. Afinal, existem poderes mais irados do que poder voar, ter superforça e ser invulnerável? E de quebra ainda poder enxergar através dos objetos, ter visão telescópica e microscópica, além da visão de calor, sopro congelante e supervelocidade! Ufa! Faltou apenas a onipresença! Creio que Kal-El  tomou para ele os poderes mais bacanas que se pode ter.

Imagine poder enfrentar qualquer criminoso sem sofrer nenhum arranhão! Estar no meio de um furacão ou no centro da explosão de uma bomba atômica! Levantar toneladas com as mãos, parar uma bala no peito, dobrar barras de aço, ir do Brasil ao Japão em segundos como se fosse até o outro cômodo da casa! E ainda viajar entre os planetas, entre as galáxias, conhecer outras civilizações. E viajar até mesmo no tempo!

Quanto a aparência nem é preciso falar muito. A imagem do herói corresponde a de um Deus Grego moderno, ideal da maioria dos homens. Não é á toa que no ano 2000, a edição #156 da revista Super Interessante revelou uma pesquisa feita com jovens nas cidades de Boston,  na França, e Innsbruck, na Áustria em que inconscientemente os homens elegeram Superman como o modelo físico ideal a ser atingido.

E além de tudo tem o uniforme! Considero seu uniforme o mais legal entre todos os super-heróis. E o mais imitado. Tanto que se tornou até o próprio símbolo de “super-herói”. Quase todas as vezes que alguém quer representar um super-herói sem identificar algum específico, utiliza-se sempre o traje básico do kryptoniano com a roupa azul, sunga, botas e capa vermelhas.  

Mas o tempo passou e com o amadurecimento passei a admirar também outras características ainda mais importantes do personagem. Passei a reverenciar mais o que ele representava.


Assim como meu outro herói, o Capitão América, Superman já deixou de ser a muito tempo o símbolo dos Estados Unidos para se tornar um defensor universal. Os valores que ele representa são os mais nobres valores de um ser humano. A esperança, a justiça, o altruísmo, o amor ao próximo, a liberdade, a ética, a bondade, a determinação, a força de vontade e de caráter, a coragem, a fé, a fidelidade, a caridade, a humildade, a gratidão e a tolerância. São características que valorizo e quero ter. Valores que estão se tornando esquecidos e ultrapassados pela humanidade. E principalmente pelo jovem, que acha que ser “bonzinho” é sem graça. Quanto já ouvi dessa nova geração que querem ver o Superman apanhar porque é muito “certinho”, escoteirão e faz a coisa certa.

Um exemplo que demonstra  a diferença entre o Superman e a maioria dos outros heróis é uma história de J. Michael Straczynski com arte de Eddy Barrows que saiu publicada em Superman #701 aonde nosso herói salva uma garota do suicídio. Ela estava prestes a pular de um edifício. Ele poderia simplesmente chegar e tira-la de lá. Mas ao contrário disso passa o dia todo até de noite conversando com ela e deixando-a refletir sobre seu ato até convencê-la de que tirar sua vida não seria a melhor saída, mas sim viver!  Um fato similar ocorreu em All Star Superman #10 de Grant Morrison and Frank Quitely, porém com menos dramaticidade.

Em vista disso tudo é inegável que se todos seguissem os exemplos de Superman o mundo seria um lugar muito melhor. 

VEJA TAMBÉM: 
http://laboratorioespacial.blogspot.com.br/2016/03/porque-o-batman-e-tao-legal-por-dennis.html
 http://laboratorioespacial.blogspot.com.br/2016/03/batman-vs-superman-um-filme-que-dividiu.html
http://laboratorioespacial.blogspot.com.br/2016/03/batman-vs-superman-ame-ou-odeie-por-jj.html

https://www.youtube.com/watch?v=1cXbcs4AT-I&feature=youtu.be
 
http://laboratorioespacial.blogspot.com.br/2013/07/quem-e-o-superman.html

segunda-feira, 28 de março de 2016

Batman vs Superman: AME ou ODEIE (por JJ Marreiro)






As pessoas têm uma tendência a defender suas paixões de modo inflamado, posto que paixão é fogo. Muitas vezes a manifestação das opiniões mediada pela frieza de um monitor à distância segura por meio de cabeamentos ou sinais wi-fi deixam as paixões aflorarem com ainda mais vigor e veemência. E isso se aplica a vários temas e assuntos, indo das preferências culinárias, políticas, ideológicas a leitura de livros, quadrinhos e personagens. 

 









Batman e Super-Homem são ícones da cultura pop mundial, possuem várias versões em animação, seriados, filmes, games, programas de rádio e — obviamente — quadrinhos. Existem elementos de ordem quintessencial que fundamentam esses personagens, suas origens, suas motivações e, queiram ou não, sua aparência. Entretanto estes personagens têm mudado ao longo do tempo e têm se adaptado à moda da época, como uma "marca empresarial" que recebe adaptações a cada 10 ou 20 anos, dependendo da empresa. A facilidade de interação das novas tecnologias possibilita cada pessoa dividir e compartilhar suas opiniões, diferente de quando só existiam o rádio e televisão, nos quais a transmissão de informações era unilateral e hierárquica: quem detinha as concessões de rádio e TV impunha sua opinião e a massa incauta apenas recebia aquilo ou desligava o aparelho. Claro que esse tipo de poder ainda existe e que os grandes conglomerados de comunicação ainda o exercem, talvez com mais rigor e abrangência , dada a multiplicidade de plataformas, entretanto, o público mudou. As pessoas, hoje, podem demonstrar seu desconforto ou descontentamento — digamos: podem "desabafar", em maior escala.


Mesmo assim as grandes empresas de mídia continuam conduzindo pessoas à salas de cinema ou a downloads de programas — que os levam a adquirir produtos estampando esta ou aquela marca — com primazia.






Parte das discussões envolvendo o filme Batman vs Superman envolve os conceitos e motivações dos personagens, mas, com tantas versões existentes de cada herói, é mais que natural que o resultado não se alinhe com uma ou outra parcela do público. Ao elaborar um grande produto de mídia os produtores normalmente fazem uma opção por qual público agradar. E cada opção tem uma resposta distinta. Agradar o público mais maduro que já conhece os personagens mais tempo e já possui uma visão sobre esses personagens é diferente de voltar-se a um público novo que anseia por diferenças e por novidades, mesclar as duas opções também é possívelo que tornaria o produto final ainda mais abrangente.


Nesse contexto é importante ainda notar, como característica desses novos tempos quando moda, consumo e criação de produtos andam lado a lado, que: uma publicidade massiva consegue mais resultados do que uma história bem contada (vide Star Wars: The Force Awakens).

 


Voltando à questão central: cada pessoa, leigo ou não, tem sua opinião e sua visão sobre quem são Batman, Super-Homem, Lex Luthor, Lois Lane etc. E, claro, chateiam-se por não conseguir estabelecer entre a versão moderna ligações com o que está em sua memória afetiva. Mas não tenha dúvida de que qualquer que seja a versão de personagem que você ame ou odeie, ela não é definitiva e daqui a 10 ou 20 anos , como qualquer "marca empresarial", essa visão será mudada, alterada, revista. E, normalmente, uma nova visão nega a visão anterior (como na política e nas artes), o mundo gira cada vez mais rápido. Lembre-se do exemplo do Homem-Aranha, 3 versões distintas em menos de 10 anos (2007, último filme com Tobey Maguire, 2012 & 2014 Andrew Garfield, 2016 primeira aparição de Tom Holland como Homem-Aranha). Então, se uma versão qualquer não é nada parecida com o que você aprecia, aguarde um pouco: a próxima pode ser algo que ache absolutamente genial, mas esteja preparado porque o que você acha ruim também pode piorar bastante.



http://jjmarreiro.blogspot.com.br/2013/11/jj-marreiro-profile.html
MAIS CLIQUES:
http://laboratorioespacial.blogspot.com.br/2016/03/porque-o-batman-e-tao-legal-por-dennis.html 
http://laboratorioespacial.blogspot.com.br/2016/04/porque-o-superman-e-tao-legal-por.html


https://www.youtube.com/watch?v=1cXbcs4AT-I&feature=youtu.be

https://www.youtube.com/watch?v=3xwrogvIJ40


domingo, 27 de março de 2016

BATMAN VS SUPERMAN: UM FILME QUE DIVIDIU AS OPINIÕES (Por Ricardo Quartim)













As opiniões sobre Batman vs Superman: A Origem da Justiça estão divididas e estou com aqueles que gostaram do filme. E muito! 

Como já foi comentado por quem assistiu o filme, a DC ao contrário da Marvel fez um filme mais sério, denso e adulto. Quem não gosta de filmes sombrios vai odiar. Quem quer ver uniformes coloridos e ação o tempo todo também não vai gostar. BvS está mais para o Cavaleiro das Trevas de Christopher Nolan do que para Os Vingadores. Cenas longas com mais diálogos e tensão crescente. E muitas referências a várias fases clássicas dos quadrinhos. Muitas mesmo! É claro que há ação, mas o que predomina é a trama em si do que explosões e porradaria.
Não é um filme para crianças. A trama é mais complexa do que aparenta com um fundo humanista raramente visto em uma adaptação de filmes de super-heróis. Muitas pessoas não gostaram por não entender algumas mensagens nas entrelinhas. Vão apenas descompromissadas achando que vão ver um mero filme de “super-heróis” apenas como puro entretenimento. 

Em alguns momentos a história lembra os filmes de espionagem das décadas de 60 e 70 e Gal Gadot em sua identidade de Diana Prince é uma referência as Femme Fatales do cinema. Como Mulher Maravilha me surpreendeu! Não é a magrela que aparentava nas imagens promocionais. É linda, sexy, forte, audaz, tem um ar de guerreira nata, passa confiança e muito carisma. Ben Affleck é O Batman e ponto final. Até mesmo quem não gostou do filme admite isso e tem o considerado o “Batman definitivo”.  A única vez em que o Cavaleiro das Trevas é retratado como realmente é nos quadrinhos. Christian Bale pode ter sido um Batman incrível e realista, mas não conseguiu ser o verdadeiro Homem Morcego das HQs. Investigativo, estrategista, confiante. E acima de tudo bem mais brutal. Não por culpa dele, mas sim do roteiro. Até mesmo visualmente Affleck foi a melhor encarnação do Batman já mostrada nas telas. Henry Cavill continua seu bom trabalho com Superman.  Neste filme o maior ato heroico foi dele. Comparações com Christopher Reeve não tem sentido. Cada um é bom em seu estilo. O erro das pessoas é achar que sempre que se elogia o novo, o velho tem de se tornar automaticamente inferior. Ambos podem ser bons. São Supermen diferentes. É apenas questão do gosto de cada um.

 Até mesmo em relação ao filme. É apenas seu ponto de vista. Não significa que seja a verdade. A opinião vai de acordo com cada pessoa e com o que cada um tem idealizado em sua mente de como seria um filme ideal e personagens ideais. Se não bate com o que você gostaria, para você não vai ser bom. Se bate, será um grande filme. Para mim o filme correspondeu ao que eu queria. Principalmente por um fator que não o agradou muitos: Ser sério e mais sombrio com uma temática mais complexa e humanista. Isso foi o que mais gostei. Mas não significa que estou certo e você está errado. Apenas gostamos de coisas diferentes.

 










Já sobre Lex Luthor, ele não é um personagem cômico como aparenta nos trailers. Ele é apenas debochado, mas é um personagem sinistro, sério. Com todas as características de um sociopata. Em alguns momentos em que está sozinho é altamente perturbador. Bem diferente de Gene Hackman em Superman the Movie, este sim um Lex Luthor cômico, no entanto todos elogiaram. Jesse Eisenberg é um Luthor muito mais próximo das HQs do que Hackman.  O que pesa sobre ele é a idade que difere muito da sua contraparte nos quadrinhos, já que ele é bem novo. E o fato de ser piadista o que muitos confundem com engraçado. Sua motivação é clara. A de eliminar os dois heróis os quais considera uma ameaça a seu império. Algo obvio e lógico, mas que muitos não entenderam.

https://www.youtube.com/watch?v=1cXbcs4AT-I&feature=youtu.be

Outro fato criticado é geralmente de leigos que não compreendem Batman contra Superman. Até mesmo alguns saudosistas reclamam disso e dizem sentir falta da forte amizade entre ambos. No entanto, o título do filme não passa de um mero chamariz, já que os heróis se estranham no início pelo fato de não se conhecerem e possuírem métodos diversos. Mas depois surge uma grande amizade e respeito da diferença dos dois de forma maravilhosa.  E sobre um brigar com o outro, um recado para os saudosistas é que isso ocorre desde a década de 40 apesar de somente após o Cavaleiro das Trevas de Frank Miller ter surgido um motivo mais lógico.

Portanto, vá assistir ao filme e forme sua própria crítica. Esse é meu conselho.

https://www.youtube.com/channel/UC5qrYK0unft9O1AEB0hzpnA


OUTROS CLIQUES:

https://www.youtube.com/watch?v=3xwrogvIJ40

http://calazanista.blogspot.com.br/2016/03/batman-contra-superman-origem-da.html


http://laboratorioespacial.blogspot.com.br/2016/03/porque-o-batman-e-tao-legal-por-dennis.html

https://www.youtube.com/watch?v=1cXbcs4AT-I&feature=youtu.be


http://laboratorioespacial.blogspot.com.br/2014/08/beto-foguete-e-os-patrulheiros-do.html