sábado, 11 de abril de 2020

Conheça: Seis Persongens de JJ Marreiro














Olá, amigos, aqui é o JJ. Aproveitando uma brincadeira que surgiu na rede social Instagram, resolvi listar seis, entre minhas várias criações de quadrinhos, para apresentar a novos amigos que ainda não conheciam meu trabalho. Obviamente essa apresentação serve a vários propósitos, inclusive pra falar uma dicas sobre criação de personagens. E eu acredito que a gente precisa, sempre que possível, colaborar para a difusão do conhecimento a respeito da criação e produção de quadrinhos, porque isto é um modo de expandir o interesse das pessoas e o próprio mercado dos quadrinhos. E já que estou falando de dicas, aqui no blog tem mais dicas em links abaixo dessa matéria.

Primeira dica é apresentar o personagem sem estragar a leitura de suas aventuras, ou seja, resumir uma parte importante de quem é o personagem sem dar spoilers. Você verá abaixo seis exemplos disso. E pra quê isso serve? Bem, serve pra você apresentar o personagem e deixar um ar de curiosidade para o leitor buscar as aventuras para ler.

Segunda dica: Cada personagem precisa ter uma sintonia com o tipo de história que você produz com ele. Isso significa uma sintonia de traço, uma sintonia de expressões e uma sintonia visual. Na verdade é bem óbvio, porque o ideal é que um cowboy pareça um cowboy e um herói espacial pareça um herói espacial. A grande sacada é que o inverso pode acabar funcionando muito bem principalmente se você quiser trabalhar o aspecto do humor.

Terceira dica: O melhor jeito de ver se um personagem funciona é colocá-lo numa história ou tira. Muitos autores iniciantes criam uma grande quantidade de personagens, mas os deixam restritos a fichas no estilo "poderes e armas". O personagem passa a existir de fato, de verdade, quando aparece num quadrinho ou tira. Alguns desses personagens abaixo ainda não tem aventuras online mas já sofreram seu batismo de fogo e logo todos estarão na nossa área de quadrinhos aqui do blog (alguns já estão lá. O link para  área de quadrinhos online está no fim da matéria). E agora que deixei três dicas por aqui, confira o visual e uma sinopse sem spoilers de seis de meus personagens (Tá, As Garotas da Selva são duas,então a rigor seriam 7 personagens, mas deixei o número 6 para não mudar a brincadeira que começou no Instagram).



Beto Foguete: Ex-piloto da segunda guerra se vê aprisionado num futuro repleto de criaturas, incríveis tecnologias e planetas exóticos.











Mulher Estupenda: Ao receber um medalhão que lhe concede poderes estupendos a jovem professora Carol Rosas passa a usar esses poderes para ajudar as pessoas.
 
HQs Online neste link, várias.









Judocão: Após ser treinado em Artes Marciais, Rabicho, o humilde cachorrinho da raça pop nord (cão popular do nordeste) torna-se ajudante de um grande super-herói. (Numa versão anterior, Rabicho se chamava Joli).









Colt Malone, um bravo do Oeste: Uma família de colonos é massacrada por um desalmado pistoleiro que traz uma cicatriz à esquerda de sua face.
Esta cicatriz é a pista que Colt persegue, através do Oeste Selvagem, para fazer justiça e realizar sua vingança.
 










As Garotas da Selva em Apuros: Abandonadas a um fim inglório, duas crianças são resgatadas por um poderoso Chefe e recebem poderes especiais para se tornar protetoras da Selva.

HQs online neste link, várias.







Zohrn: O Elfo-ranger mais casca-grossa desse lado da fronteira... E do outro também.












 Instagram: @jjmarreiro
http://laboratorioespacial.blogspot.com/2016/07/criacao-de-personagens-por-jj-marreiro.html
http://laboratorioespacial.blogspot.com/2016/07/criacao-de-personagens-por-jj-marreiro_22.html 
http://laboratorioespacial.blogspot.com/p/quadrinhos.html

 

domingo, 5 de abril de 2020

EBAL a dar com PAU !



Uma das mais lembradas e queridas editoras de Quadrinhos do Brasil, a pioneira e saudosa Editora Brasil América Ltda, ou simplesmente Ebal, marcou época e trouxe ao Brasil inúmeros personagens das mais importantes editoras mundiais. Numa época em que os personagens importados conviviam harmonicamente com personagens criados no Brasil, muitos títulos tornaram-se itens de colecionador.




Para quem não viu as publicações da Editora em sua fase áurea, o site Guia EBAL apresenta, para download e leitura, vários títulos da editora em formato cbr (uma extensão de um leitor de arquivos simples e gratuito, o link está no final da matéria)








Link para o excelente site Guia Ebal aqui
Baixe gratuitamente o leitor de arquivos cbr aqui

http://guiaebal.com/



http://laboratorioespacial.blogspot.com/2016/05/de-volta-os-albuns-gigantes-da-ebal-e.html

segunda-feira, 16 de março de 2020

FELIPE FOLGOSI LANÇA MAIS UMA CAMPANHA NO CATARSE: SUA NOVA HQ "KNOCK ME OUT"


“Knock Me Out” é a quinta Graphic Novel criada pelo autor.

Nesta terça-feira (17 de março),  o ator e roteirista Felipe Folgosi lança a campanha da graphic novel “Knock Me Out”, no site de financiamento coletivo Catarse. “Knock Me Out” é a quinta obra na série de HQs do autor, iniciada em “Aurora”, lançado em 2015, seguida de “Comunhão” em 2017, “Um Outro Dia” em 2018 e por “Chaos” em 2019.
Sobre a nova HQ, Felipe comenta “É a história de Tom Rocco, um lutador brasileiro de jiu-jitsu, que vai para os Estados Unidos em busca de seu próprio caminho. Além de ser um excelente lutador, Tom começou a fazer grafite ainda adolescente, e acabou desenvolvendo um estilo pessoal em obras incríveis, mas que ele deixa escondidas do mundo, para ninguém ver. Essas duas formas de expressão, a arte marcial e a plástica, são as válvulas de escape que ele tem para lidar com seus conflitos internos, principalmente a solidão. Mas como em toda boa história, Tom chega em uma encruzilhada. Ao mesmo tempo que recebe o convite para lutar no maior campeonato de MMA do mundo, conhece Natalie, uma médica que ilumina sua vida e acabam se apaixonando. Ao descobrir como é brutal e perigosa essa competição, Natalie pede que Tom se afaste desse universo violento e invista em seu talento como pintor.  Agora Tom precisa decidir que caminho seguir para descobrir seu verdadeiro eu, se tornar o melhor lutador do mundo ou ficar com o amor de sua vida​“.

Felipe desenvolve uma história de ação surpreendente que mistura romance e questões filosóficas. “Tendo morado dois anos, estudando em Los Angeles, experimentei na pele como é se sentir estrangeiro. Procuro abordar na história esse fenômeno cada vez mais frequente de jovens que deixam o país, muitas vezes em busca de uma identidade. Porém se desvinculando de sua família, cultura e referências geográficas que compõem nossa memória afetiva, intensificando a sensação de não pertencimento comum nos dias de hoje”, relata. 
Páginas internas da graphic novel (reprodução)
Felipe diz que “Em tempos de rede sociais, nunca se esteve tão só, a ponto de o Reino Unido ter criado um Ministério da Solidão para enfrentar o problema. Esta é uma questão presente na HQ, mostrada por meio de Tom, mas também de Lorena, uma escritora afrodescendente, que encontrou na escrita um caminho para auto-realização e pessoal e financeira, mas que encontra dificuldade em sua vida amorosa, revelando que independentemente de raça, gênero e condição social, qualquer um pode se deparar com esse quadro que, segundo pesquisas faz tão mal quanto obesidade ou tabagismo. ” 



Páginas internas da graphic novel (reprodução)


Voz própria

Outro tema abordado por Felipe é a aparente dicotomia entre as artes marciais e as artes plásticas. Felipe acredita que elas têm mais coisas em comum do que se imagina. “Durante toda infância pratiquei lutas e, ao mesmo tempo, era aficionado por cinema e quadrinhos”, conta o autor. “Grandes artistas conseguiram canalizar a violência de forma criativa e provaram que existe uma beleza estética nas artes marciais. 

Para Felipe, as semelhanças entre as artes não terminam no nome. Ambas são veículos de expressão estética, têm um processo de aprendizado parecido entre mestre e aprendiz, exigem coordenação motora e raciocínio espacial.  



Páginas internas da graphic novel (reprodução)


O autor conclui: “Não é por acaso que ao longo da história, a prática dessas artes não era só comum, mas obrigatória tanto para monges como para samurais. ”
Felipe estudou cinema em São Paulo e fez especialização em roteiro na UCLA, Estados Unidos. Inicialmente desenvolveu o roteiro de “Knock Me Out” para o cinema, mas adaptou a trama para história em quadrinhos ao perceber seu imenso potencial gráfico.
A missão de ilustrar foi dada ao desenhista Henrique Pereira, arte-finalista Téo Pinheiro e ao colorista Vinicius Townsend. Felipe, enfatiza “Encontrei nesse time os parceiros que buscava há algum tempo, com a sensibilidade e talento que a obra pede. Estou muito satisfeito com o resultado e acredito que o público também ficará”.
Após o encerramento da campanha e a produção da HQ concluída, haverá o coquetel de lançamento para imprensa e convidados, com a presença do autor.



Páginas internas da graphic novel (reprodução)

Felipe Folgosi

Fez faculdade de cinema na FAAP e especialização na UCLA por dois anos, com ênfase em roteiro. Desde 2000 tem colaborado em vários veículos como o Jornal da Tarde, revista da Avianca e na revista Licensing Brasil. Em 2001 ganhou o Concurso Nacional de Dramaturgia promovido pelo Ministério da Cultura com a peça "Um Outro Dia".
Começou a fazer teatro aos quinze anos e estreou aos dezessete na televisão com a minissérie "Sex Appeal", na Rede Globo, em 1993. Em seguida fez a novela "Olho no Olho", onde era o protagonista Alef. Depois esteve em "Explode Coração", "Corpo Dourado", "Vidas Cruzadas", "Jamais te Esquecerei", "Começar de Novo", "Os Ricos Também Choram", "Prova de Amor", trilogia "Os Mutantes" e “A Terra Prometida” na Rede Record.
Como apresentador, esteve no programa "Tá Ligado" da Fundação Roberto Marinho, em STV na Dança na TV Senac, em "Acredite Se Quiser" na Band. Mais recentemente participou do longa-metragem "A Grande Vitória" com Caio Castro e Sabrina Sato, da série "Politicamente Incorreto" com Danilo Gentilli, na FOX, da novela "Chiquititas" do SBT, do programa da GNT “Que Maravilha- Aula de Cozinha”, do seriado “171-Negócio de Família” para o Universal Channel e atualmente está fazendo uma participação na novela “Aventuras de Poliana” no SBT. No teatro fez mais de dez peças, entre elas "Gato Vira-Lata", de Juca de Oliveira.
Em 2018, Felipe lançou o longa-documentário “Traço Livre”, que coproduziu e apresenta, sobre o cenário atual do quadrinho independente no Brasil. Em 2019, participou do longa “Eu Sou Brasileiro” de Alessandro Barros e em breve estará na cinebiografia de Celly Campelo “Um Broto Legal”, de Luiz Alberto Pereira.
Lançou em 2015 sua primeira Graphic Novel, “Aurora”, que foi um sucesso de crítica e público, tendo sido indicada ao maior prêmio dos quadrinhos nacionais, o “HQMix”.
Em 2017 lançou seu segundo projeto em quadrinhos, desta vez uma história de suspense e terror psicológico chamada “Comunhão”. Participou também das coletâneas “Visões de Guerra” e “Selva Gazeta Gráfica”. Em 2018, Felipe lançou seu curso online de composição narrativa chamado “Contador de Histórias” na plataforma cultural Savoá.
Também participa da antologia “Narrativas do Medo Volume 2” com o conto “Non Plus Ultra”, lançou a Graphic Novel “Um Outro Dia” em 2018. Em 2019 continuação do Aurora chamada “CHAOS” e atualmente está produzindo “Knock Me Out” com lançamento previsto para novembro de 2020.
Páginas internas da graphic novel (reprodução)



Henrique Pereira

Além de produzir materiais para editoras e agências de publicidade, trabalhou com quadrinhos institucionais, livros didáticos e paradidáticos, animação, character design para games, e ministrou aulas de desenho (estilo mangá) na cidade de Recife, Pernambuco.
Ainda nos anos 90, produziu a 1ª edição da revista “Aprenda a Desenhar - Estilo Mangá”, em parceria com o artista Watson Portela. Atualmente, dedica-se a ilustrar para editores internacionais como artista freelancer e à frente do “Inkstand Studio” do qual é fundador.

Teo Pinheiro

Téo Pinheiro, desenhista, arte-finalista e colorista, ganhou em 2004 o prêmio “OS MELHORES DA PRISMARTE” na categoria arte-finalista com a HQ “O HOMEM SUPER” criado e desenhado por Luciano Felix. Em 2007 ganhou o prêmio como, melhor ilustrador (Capa da PRISMARTE nº 43). Atualmente vem desenvolvendo vários trabalhos para editoras internacional e nacional, com algumas revistas lançadas do gênero “terror” para O Recife Assombrado, como, (A Rasteira da Perna Cabeluda), (O Recife Assombrado), Malasombro volume 01 e 02) e também já produziu materiais para editoras e agências de publicidade, trabalhou com quadrinhos institucionais, livros didáticos e paradidáticos, animação

Páginas internas da graphic novel (reprodução)




Vinicius Townsend

Natural do Rio de Janeiro, graduado em Belas Artes pela UFRRJ. Trabalha como colorista a 8 anos, participando de publicações em editoras como IDW, Dynamite, entre outras. Atualmente dedica-se como freelancer em publicações no mercado independente nacional e internacional.  

Para conhecer a campanha e/ou apoiar clique AQUI



Lançamento da campanha da graphic novel “Knock Me Out”, de Felipe Folgosi no Catarse.
Data: 17 de março, terça-feira
Roteiro, adaptação, layouts e produção: Felipe Folgosi
Desenho: Henrique Pereira. 
Arte-Final: Téo Pinheiro
Cores: Vinicius Townsend
Preço: R$59,99
Quantidade de páginas: 136 de arte, 144 totais.
Endereço: www.catarse.me/kmo 

 


sábado, 14 de dezembro de 2019

Terra Violenta - Quase um Clássico





















Um tipo de produção cada vez mais rara no meio cinematográfico é o Western. Raro por não ser um gênero da moda e por não ser bem compreendido pelos roteiristas e produtores de hoje. Raro entre os produções contemporâneas que facilmente tem perdido a mão ao querer reinventar o gênero poluindo-o com terror, gore ou sci-fi. Terra Violenta (In the Valley of Violence) é uma produção de 2016 com Ethan Hawke e John Travolta no elenco. O outro rosto conhecido é o da atriz Karen Gillian ( da serie Doctor Who e dos filmes Guardiões da Galáxia e Jumanji).















O filme diz a que veio logo nos créditos, colocados na abertura, ao invés do final como 99% das produções de hoje em dia. E a sequência, com uma animação em vermelho e preto, é de aquecer o coração dos fãs do velho bangue-bangue à italiana — a trilha é eficiente (se bem que poderia ser ainda mais marcante) e segue a tendência estética do filme. Os enquadramentos e planos em alguns momentos se mostram inspirados, indo além da mera competência. Na abertura temos um zoom típico do cinema spaguetti italiano onde um personagem vai de um plano geral para um plano próximo num sobressalto muito bem encaixado. O uso desse recurso algumas vezes mais ao longo da trama teriam contribuído pra elevar o nível da produção e assumir, sem medo de ser feliz, seu referencial.















Sem fazer revelações é seguro dizer que Ethan Hawke empresta sua credibilidade e humanidade ao típico “cavaleiro solitário” tão conhecido dos fãs de Clint Eastwood, John Wayne e Franco Nero. Seu objetivo, também sem muitas revelações, é chegar ao México, mas atravessar uma cidadezinha esquecida no fim do mundo, só para encurtar caminho e descansar um pouco, pode mudar o rumo natural das coisas.
















John Travolta, ao interpretar um dos antagonistas, entrega um personagem crível, pé no chão. Fica implícita sua influencia (como xerife) sobre as pessoas da cidade, sem arroubos de violência gratuita, gritaria ou sequências de crueldade explícita. É perceptível que se trata de um vilão, mas construído como um manipulador, um articulador que vê inteligentemente onde estão as vantagens e desvantagens de suas ações. Num tom completamente diverso vemos o personagem de James Ransone (de It: Capítulo II) como Gillian Martin, ajudante e filho do Xerife. Esse sim um fanfarrão, composto num tom espalhafatoso com um certo overacting que funciona para provocar ojeriza na audiência. E funciona também para prismar do lado oposto o personagem silencioso e humano de Ethan Hawke. Aliás essa humanidade (mostrada de modo contido) encontra reflexo também na relação com a cadela Abbie e com a personagem de Taissa Farmiga (Mary Anne) que percebe por trás daquele silêncio, alguém que, para ela, representa esperança.
















A narrativa cresce, como em alguns bons westerns, até o embate dos espíritos, ânimos e interesses dos personagens ganhar cheiro de pólvora, ricochetes de balas, navalhadas e respingos de sangue (na medida certa, sem gore). O final não decepciona os fãs do gênero, que mais uma vez ficariam muito mais contentes com o clichê — que teria caído como uma luva— do cavaleiro solitário desaparecendo sobre seu cavalo numa bela panorâmica ao por do sol.

A quantidade de westerns medíocres, pobres e mal-ajambrados é tanta que, mesmo com suas ressalvas Terra Violenta mostra-se muito, mas MUITO, acima do nível atual das produções do gênero, e como mencionado ao longo do texto, com um pouco mais de cuidado (e talvez financiamento), este filme do Diretor Ti West, poderia ter ido parar na prateleira dos grandes clássicos. Mas se você é fã do gênero veja tranquilo pois é um dos melhores faroestes dos últimos 10 anos.

(Até a publicação desta resenha, 14/12/2019, o filme estava disponível na plataforma Netflix)




http://laboratorioespacial.blogspot.com/2017/06/uma-breve-historia-de-quadrinhos-velho.html


http://laboratorioespacial.blogspot.com/2017/06/uma-breve-historia-de-quadrinhos-velho.html







http://laboratorioespacial.blogspot.com/2017/08/tex-em-ponto-de-bala.html

quinta-feira, 14 de novembro de 2019

Direito Constitucional em Quadrinhos

DIREITO CONSTITUCIONAL EM QUADRINHOS
PRESS RELEASE 

As Leis existem para organizar o convívio social, para harmonizar o trato entre homens e instituições. As Leis mais importantes de um país, as normas que regem um Estado, estão registradas em sua Constituição.

A cada dia que passa fica mais clara a necessidade do cidadão comum conhecer seus direitos. Para atender a esta necessidade, o Curso Prime em Parceria com o Estúdio AMX-2 lançaram a revista Direito Constitucional em Quadrinhos.
https://www.concurseiroprime.com/produto/quadrinhos-pdf-direito-constitucional-em-quadrinhos/
A partir da experiência de LC Braga com projetos de desenvolvimento de mídias para uso na Educação a Distância, entre elas a produção de quadrinhos, aliada ao talento do cartunista JJ Marreiro, e a expertise da professora Malu Aragão sobre o assunto, surge a revista “Direito Constitucional em Quadrinhos”, fruto da colaboração entre o Estúdio AMX-2: Artes e Narrativas e o Curso Prime com o intuito de levar adiante esta idéia inovadora.

Um projeto único com foco na aprendizagem de conteúdos de modo envolvente e lúdico. Usando técnicas de ensino tais como recursos de storytelling através de uma linguagem leve e ágil, o texto constitucional deixa de ser frio e sem vida, tornando-se saboroso e interessante sem modificar uma palavra original da Carta Magna.
A revista foi pensada para aproximar a legislação ao público em geral, ao passo que faz uso de recursos e artifícios facilitadores da aprendizagem que vão encantar qualquer leitor, não apenas os concurseiros.

A parceria destes três protagonistas, Malu Aragão na consultoria, LC Braga no desenvolvimento do projeto e roteiro e JJ Marreiro na elaboração da arte, trazem até o público uma revista em quadrinhos que diverte, ensina e informa de maneira singular e inédita.

A publicação pode ser adquirida em versão PDF no site concurseiro prime.com diretamente neste LINK
ou em versão impressa nas sedes do Curso Prime em Fortaleza-CE, no bairro Aldeota, Rua Maria Tomásia, 22, fone: 85 3208-2222 ou no Centro, Avenida do Imperador, 1068, fone 85 3208-2220.

quinta-feira, 12 de setembro de 2019

RAMBO - Até a última gota de sangue!









Coragem é uma característica do Stallone seja como ator, diretor ou produtor. Aos 73 anos de idade, mesmo sujeito à intensas críticas da parcela do público, que tem ojeriza a filmes de ação, ele retoma um personagem polêmico. Seria mais seguro encerrar o personagem com as conquistas que obteve até então, mas, como todo indivíduo criativo, esbarrar em novas ideias acabam trazendo novo vigor e ânimo. O resultado desta inquietação é RAMBO- Last Blood , no Brasil: RAMBO - Até o fim.



















É possível perceber a homenagem que a produção presta aos westerns — Rambo é parte índio caso não lembrem e nesta produção o veremos inserido em seu contexto de origem pré-Vietnã, reconstruindo, recuperando e resgatando as raízes das quais se afastou por conta das guerras (uma delas interior). A trilha musical, a paleta explorada na película e até o tema remetem a clássicos do velho oeste.




















Neste retorno reencontramos Rambo imerso no cotidiano duro de manter um rancho, longe dos dias de luta e de sangue até que... uma garota, que ele criou como se fosse sua filha, é sequestrada por um cartel de drogas mexicano. Com isso, uma tempestade de fúria se anuncia no horizonte. Em todas as aventuras anteriores vemos Rambo ser jogado (a contragosto) no meio de uma Guerra. Isto se mantém nesta nova produção, embora a guerra seja diferente— e muitas vezes invisível— a Guerra das Drogas. Nesta guerra muitas vezes a luta é interna (contra o vicio) outras vezes é ccontra o sitema (que se recusa a confrontar quem financia e patrocina o vício de ricaços e, se vc acreditar nisso, pobretões). A direção do filme é de Adrian Grunberg, diretor de Get the Gringo, estrelado por Mel Gibson. O roteiro é assinado por Stallone e Matt Cirulnik e tem anda no elenco Paz Vega conhecida pelos filmes 'Fale com ela', de 2002 e 'Os amantes Passageiros', de 2013 — ambos dirigidos por Pedro Almodóvar; e ainda Yvette Monreal (Lowwriders e Once upon a superhero), Louis Mandylor (The Debt Collector—com Scott Adkins) e Óscar Geaneda (The Loosers, Pirates of the Carbbean: On stranger tides).

Impressionantemente ativo, atlético e conectado, Sly traz Rambo para mais uma aventura e com isso mostra que idade não é documento e que rótulos , como "velho, antiquado e careta", são muito bons para frascos de remédio e produtos em prateleiras mas não são muito eficientes para pessoas.